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 Farofas
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  •  04/10/2016, 15:53
     

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    Sem Micaelly em campo, Brasil cai diante da Coreia no Mundial Sub-17

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    Após estrear com vitória para cima da Nigéria, a Seleção Brasileira Sub-17 acabou sendo derrotada por 1 a 0 pela Coreia do Norte, nesta terça-feira (4), no Estádio Internacional Prince Mohammed, em Al Zarqa, na Jordânia, pela segunda rodada da Copa do Mundo Sub-17. Com o revés diante da tradicional seleção asiática - campeã mundial da categoria em 2008 e vice em 2012 - o Brasil caiu para a segunda posição do Grupo C e busca a classificação para a segunda fase da competição diante da Inglaterra, que está em terceiro com dois pontos.

    O duelo com as inglesas será disputado no próximo sábado (8), às 9h, no Estádio Internacional Al Hassan, em Irbid.

    A partida

    Brasil e Coreia do Norte protagonizaram um primeiro tempo intenso. Pressionada pelo empate na estreia, as asiáticas apostavam na velocidade e nas bolas paradas para tentar chegar ao gol de Kemelli. Com mais uma excelente atuação da goleira brasileira e uma defesa sólida, a Seleção Brasileira segurou as investidas das adversárias. Na chegada de maior perigo da Seleção na primeira etapa, Kerolin fez fila, driblou duas defensoras, invadiu a área pela esquerda e finalizou firme, obrigando a goleira Kum Ju a trabalhar.

    Na volta do intervalo, o jogo foi se tornando cada vez mais equilibrado com o passar do tempo. Adiantando a marcação, a Seleção Brasileira passou a valorizar mais a posse de bola. Quando estava melhor na partida, porém, o Brasil acabou sofrendo o gol, aos 26 minutos, após Yon aproveitar cruzamento rasteiro da direita. Em desvantagem, o Brasil foi para cima das norte-coreanas, pressionou nos minutos finais, mas o o empate não veio e, agora, vai em busca da classificação diante da Inglaterra na terceira e última rodada da primeira fase.

    O Brasil foi a campo com a seguinte formação: Kemelli; Isabella Fernandes, Tainara, Thais Regina e Juliana; Angelina e Isabela Silva; Raquel (Nycole), Micaelly (Jaqueline) e Kerolin; Ana Vitória. Técnico: Luizão

     Farofas
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  •  04/10/2016, 15:58
     

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     Farofas
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  •  08/10/2016, 00:16
     

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    isso aqui o Tarta não mostra:

     Farofas
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  •  08/10/2016, 15:55
     

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    Seleção Brasileira sofre virada da Inglaterra e está eliminada da Copa do Mundo Feminina sub 17

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    Em jogo válido pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo Feminina sub 17, o Brasil perdeu para a Inglaterra pelo Grupo C e está eliminada da competição. Com a derrota de hoje, a Seleção Brasileira fechou a fase de grupos com uma vitória (1×0 contra a Nigéria) e duas derrota (1×0 contra a Coreia do Norte e 2×1 contra a Inglaterra). Coreia e Inglaterra foram as seleções que se classificaram para as quartas de final.

    Jogando contra uma seleção mais forte e mais alta – boa parte das jogadoras inglesas têm mais de 1,70 (consideradas altas para a categoria), a seleção brasileira começou se defendendo e tentando encontrar alguma jogada rápida, principalmente nas escadas ofensivas da camisa nove Ana Vitória e de Kerolin.

    A primeira finalização brasileira aconteceu aos 9 minutos quando Micaelly chutou de longe e mandou para fora. Apesar de ter um time considerado mais qualificado, a Inglaterra pouco conseguiu fazer no início do jogo e ameaçava apenas em cobranças de escanteio.

    Aos 19’, Raquel invadiu a área a dribles, mas foi bloqueada pela defesa na hora de bater para o gol. Dois minutos mais tarde, Grace Smith apareceu livre na área brasileira, mas cabeceou por cima. Alessia Russo foi quem primeiro finalizou na direção do gol das brasileiras, mas Kemelli defendeu, com tranquilidade, aos 25’.

    Aos 33’, Kerolin recebeu cara a cara com a goleira, deu toque no canto direito de Elli Roebuck e abriu o placar para o Brasil.

    No final do primeiro tempo, aos 47’, a goleira Kemelli cometeu pênalti em Anna Patten. Stanway cobrou bem demais e deixou tudo igual. 1×1.

    O primeiro lance de ataque após o intervalo foi das inglesas. Aos 5’ Smith cabeceou, após cobrança de escanteio, mas a bola saiu por cima do gol brasileira.

    Aos 13 minutos da segunda etapa, mais um pênalti para a Inglaterra, desta vez, cometido por Tainara em cima de Niamh Charles. Stanway cobrou bem (de novo) e virou o jogo para a Inglaterra.

    O terceiro gol inglês quase aconteceu aos 22’, mas Kemelli defendeu uma finalização de Scofield. Tentando buscar o gol da classificação, o Brasil passou a precipitar os ataques a se mostrar nervoso. Aos 33’, Raysla recebe na área e tentou chutar, mas foi bloqueada pela defesa.

    Mesmo com os três minutos de acréscimos e os gritos do técnico Luizão que mandava o time avançar, as brasileiras não conseguiram marcar um gol e foram eliminadas.

    FICHA TÉCNICA:

    Escalação do Brasil:

    Kemelli, Isabella Fernandes, Tainara, Thais e Juliana; Angelina, Raquel (Raysla) e Micaelly (Isabela Silva); Jaqueline (Bianca), Ana Vitória e Kerolin e. Técnico: Luizão.

    Escalação da Inglaterra:

    Elli Roebuck, Taylor Hinds, Grace Smith, Lotte Wubben-Moy e Anna Patten; Jessie Jones e Connie Scofield (Hooper); Alessia Russo, Ellie Brazil, Georgia Stanway e Niamh Charles (Toone). Técnico: John Griffiths.

    Árbitra: Kate Jacewicz (AUSTRÁLIA); auxiliares: Renae Coghill (AUSTRÁLIA) e Uvena Fernandes (INDONÉSIA); quarta árbitra: Yoshimi Yamashita (JAPÃO).

     Farofas
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  •  16/10/2016, 22:09
     

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    QUE JOGO !
    Venezuela 2-1 Cameroon


    23' Deyna Castellanos (1-0)
    90'+3 Takounda (1-1)
    90'+4 Deyna Castellanos (2-1)

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     Hankey
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  •  17/10/2016, 15:52
     

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    Tava vendo os lances do Nippon x Engerland, a 9 japonesa joga demais.
    Nippon meteu outro 3x0 na Espanha e passou pra final.

     Farofas
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  •  20/10/2016, 18:39
     

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    Hankey escreveu: Tava vendo os lances do Nippon x Engerland, a 9 japonesa joga demais.
    Nippon meteu outro 3x0 na Espanha e passou pra final.
    Japão ta fedendo a titulo


    Coreia do Norte e Japão disputam o título da Copa do Mundo Feminina sub-17 nesta sexta-feira


    Amanhã, sexta-feira (dia 21), acontece a grande final da Copa do Mundo Feminina sub 17 de 2016, que está sendo realizada na Jordânia. Após vinte e dois dias de disputas, duas seleções asiáticas foram as melhores seleções do torneio e se classificaram para a decisão.

    A Coreia do Norte chegou à final após uma campanha sem derrotas durante toda a competição. Na primeira fase, a seleção foi a primeira colocada do Grupo C (grupo em que a Seleção Brasileira esteve presente) após duas vitórias: 1×0 contra o Brasil e 3×0 na Nigéria e um empate em 3×3 com a Inglaterra, que se classificou em segundo lugar. Na quartas, as norte-coreanas bateram Gana (3×2) e, na semifinal, passaram pela Venezuela (3×0).

    Já a outra finalista, a seleção do Japão, faz uma Copa do Mundo perfeita até o momento. Após 100% na primeira fase, com duas goleadas: 5×0 sobre Gana, 5×0 no Paraguai e um 3×2 sobre os Estados Unidos, as japonesas venceram a Inglaterra nas quartas e a Espanha na semi, ambas por 3×0.

    A final da Copa do mundo Feminina sub-17 está marcada para as 15h (horário de Brasília) de amanhã e terá transmissão do canal Sportv 2 e da Band. Já a decisão do terceiro lugar entre Venezuela e Gana está marcada para às 12h

     Farofas
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  •  20/10/2016, 19:20
     

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    alias as asiaticas deitam e rolam no mundial sub-17

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     Farofas
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  •  21/10/2016, 16:59
     

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    fim de jogo

    Coreia campeã

     Hankey
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  •  21/10/2016, 20:47
     

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    Farofas escreveu:
    Hankey escreveu: Tava vendo os lances do Nippon x Engerland, a 9 japonesa joga demais.
    Nippon meteu outro 3x0 na Espanha e passou pra final.
    Japão ta fedendo a titulo
    Zixou

     Farofas
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  •  21/10/2016, 20:51
     

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    tem problema não

    mês que vem começa o mundial sub 20, e esse o Japao leva

     Farofas
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  •  22/10/2016, 12:00
     

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     Farofas
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  •  26/10/2016, 10:32
     

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     Farofas
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  •  27/10/2016, 23:34
     

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    Corinthians/Audax vence São José e é campeão da Copa do Brasil Feminina

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    Se no futebol masculino a vaga na Libertadores ainda é uma incógnita, no feminino, o Corinthians poderá disputar a competição continental. Em parceria com o Audax, o Timão conquistou nesta quinta-feira, 27, o título da Copa do Brasil Feminina. No estádio José Liberatti, em Osasco, o Audax/Corinthians fez valer o fator casa, derrotou o São José por 3 a 1 e faturou o caneco que dá o direito de disputar o torneio sul-americano. No jogo de ida, as equipes empataram por 2 a 2.

    http://globoesporte.globo.com/sp/vale-d ... o-jose-sp/" onclick="window.open(this.href);return false;

     Farofas
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  •  31/10/2016, 16:06
     

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    Campeonato Brasileiro feminino passará a ter duas divisões a partir de 2017

    A CBF promove nesta terça-feira, às 11h (de Brasília), o lançamento do Campeonato Brasileiro feminino 2017. A disputa, vencida em 2016 pelo Flamengo (foto), terá novidades. Uma delas será a criação de duas divisões (Séries A e B), ampliando a movimentação de clubes na modalidade no país. A competição ocorre desde 2013 e ainda teve como campeões o Rio Preto (2015), Ferroviária (2014) e Centro Olímpico (2013).

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     Farofas
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  •  01/11/2016, 15:04
     

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    CBF garantirá seis vagas no Brasileiro feminino a times da Série A masculina

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    A CBF lançou na manhã desta terça-feira a edição 2017 do Brasileirão feminino. No próximo ano, a quinta edição, a modalidade contará com as Séries A1 e A2, denominações para as Séries A e B. É a primeira vez que se cria uma segunda divisão no futebol feminino do Brasil. Outra novidade é uma disputa maior com maior número de clubes e, por consequência, número maior de partidas. Na primeira divisão, nenhum clube disputará menos que sete jogos, ao contrário dos quatro anteriores. No critério de seleção de participantes, uma novidade. Seis clubes da Série A do Brasileirão masculino 2016 terão vaga garantida, mas ainda não há nomes definidos pela disponibilidade de montar equipes femininas. A CBF fará uma consulta aos times que se mostrarem dispostos - lembrando que a partir de 2018 eles precisarão ter elencos femininos para disputar a Libertadores masculina. Na Copa do Brasil, último torneio realizado este ano em âmbito nacional, Chapecoense, Corinthians (em parceria com Audax), Flamengo e Santos estiveram em campo.

    - Um Brasileiro que dá um calendário mais extenso permitindo que os clubes tenham um ano maior do que 10 jogos e também movimentar o lado econômico. É um momento histórico. Primeira vez que se constrói uma segunda divisão e um campeonato mais extenso. Era um demanda muito forte do setor – afirmou secretário-geral da CBF, Walter Feldman.

    A ideia é mudar também na disputa da Copa do Brasil. O Brasileiro feminino dava vantagens financeiras a mais como passagens e hospedagens. Na outra disputa, os clubes precisavam arcar do próprio bolso. A data para o começo do Brasileirão ainda não foi definida e será divulgada nos próximos dias. No financeiro, algo tão reclamado pelas agremiações, algumas alterações também. O mandante passará a receber 10 mil reais, diferentemente dos 7 mil que recebia nas edições passadas do Brasileiro. A premiação ao campeão será de 120 mil reais.

    Como ficam os Brasileiros para 2017:

    Série A1
    16 equipes

    126 jogos

    2 grupos de 8 com turno e returno

    Mínimo de 14 jogos

    Série A2

    16 equipes

    62 jogos

    2 grupos de 8 com turno só

    Mínimo de sete jogos para cada equipe

    CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO

    SÉRIE A1

    Campeão brasileiro, Copa do Brasil, 8 clubes do ranking feminino 2017 com base no desempenho dos últimos cinco anos

    Seis clubes da Série A do Brasileirão 2016

    Clubes participantes da Série B masculina de 2016 (caso sobrem vagas dos critérios acima)

    Ranking feminino 2017, que será divulgado em dezembro

    SÉRIE A2

    Clubes na sequência do ranking feminino 2017

    Para 2018: representante da federação melhor posicionada no ranking

    Campeões estaduais disputam 13 vagas através de jogo único entre as federações também para a disputa de 2018


    AUMENTO NO INVESTIMENTO FINANCEIRO

    Série A1

    O mandante receberá R$ 10 mil em cada jogo. No Brasileiro passado o valor era de R$ 7 mil para todos os custos. Visitante recebe cinco mil reais somente para extras pois todo resto será custeado

    Quem passar para a segunda fase receberá R$ 20 mil
    Semifinal – R$ 30 mil
    Vice-campeão receberá R$ 60 mil
    Campeão receberá R$ 120 mil

    Série A2

    Clubes receberão premiação de R$ 10 mil na primeira fase
    Semifinais: R$ 15 mil
    Vice: R$ 30 mil
    Campeão: R$ 50 mil

     Farofas
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  •  02/11/2016, 14:08
     

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    CBF dá raro prêmio ao mérito com Emily Lima no comando da seleção feminina

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    Foram duas decisões inexplicáveis envolvendo Vadão. A primeira foi da CBF, especialista no assunto, que manteve o treinador no seu emprego mesmo depois dos Jogos Olímpicos, nos quais a seleção feminina chegou até às semifinais na base das individualidades, com pouco jogo coletivo e quase nenhum padrão tático. A entidade brasileira pelo menos corrigiu o seu erro, o que é mais do que se pode dizer da Fifa: no dia em que Vadão aparece entre os 10 finalistas do prêmio de melhor técnico de futebol feminino da temporada, a CBF anunciou a sua demissão e se saiu com uma rara e acertada novidade. Emily Lima, ex-treinadora do São José Esporte Clube, assumirá a equipe de Marta e companhia.

    Emily Lima começou a sua carreira de treinadora em 2010 e teve passagens pelos times femininos de Portuguesa e Juventus antes de assumir as seleções sub-15 e sub-17 do Brasil, em 2013. Uma experiência com categorias de base que será essencial em um time que faria muito bem em se renovar: o elenco da Olimpíada do Rio de Janeiro tinha média de idade de 27,4 anos, com apenas três jogadoras abaixo dos 25 anos (Andressinha, Andressa Alves e Beatriz). Estarão três outonos mais velhas na próxima Copa do Mundo, em 2019.

    Depois da sua primeira passagem pela CBF, que já lhe tornou pioneira como a primeira mulher a comandar uma seleção brasileira de qualquer gênero ou categoria, Lima assumiu o comando do São José Esporte Clube, tricampeão da Libertadores e, naquela época, janeiro de 2015, atual campeão mundial – em um torneio extraoficial. Em duas temporadas, levantou a taça do Campeonato Paulista, foi vice-campeã brasileira e da Copa do Brasil Feminina. Recentemente, completou o curso da CBF para tirar a Licença B, focada em categorias de base, no qual foi a única mulher da turma.

    Ela já mostrou que tem currículo, experiência e capacidade para a função. O incrível é a CBF reconhecer isso. As suas decisões, especialmente para cargos que não são o de técnico da seleção brasileira de futebol masculino, costumam levar mais em conta o lado político do que meritocrático. Diretores e coordenadores (o nome do cargo muda a cada alguns anos) vêm e vão de acordo com a afinidade com o treinador (alô, Gilmar Rinaldi) ou com a proximidade em relação à CBF (alô, Parreira). O coordenador de futebol feminino era Marco Aurélio Cunha. O secretário-geral é Walter Feldman.

    E mesmo o técnico da seleção masculina de futebol nem sempre é escolhido com base apenas em seus méritos. Também há toda a conjuntura do momento. Felipão foi chamado para aguentar a pressão de uma Copa do Mundo em casa por ter sido o último campeão do mundo pelo Brasil. Dunga e seu jeito turrão foram os escudos escolhidos depois do 7 a 1. Às vezes, a CBF dá sorte de juntar a competência com a política: Tite era evidentemente o brasileiro mais bem preparado para ser técnico da Seleção e sua escolha aplacaria críticas da imprensa que, em massa, defendia-o para o cargo e criticava seu hoje antecessor. Emily Lima parece ser um caso parecido. Ela não só apenas é mais capacitada para o cargo do que Vadão como também dialoga com a reivindicação de longa data de ver uma mulher no comando do time feminino. Sim, será a primeira vez na história.

    Porque mesmo dentro do futebol feminino o espaço para as mulheres em cargos de comando é reduzido. Entre 32 clubes, apenas seis mulheres seguraram a prancheta durante a Copa do Brasil Feminina, competição que nunca foi vencida por uma técnica. A Copa do Mundo do Canadá teve 24 seleções e apenas sete técnicas. A Olimpíada do Rio de Janeiro foi disputada por 12 times, apenas quatro treinados por mulheres.

    “Vamos falar na Copa do Brasil. São 32 equipes, mas a gente não tem 32 treinadoras para estar à frente dos times. Não por capacidade, mas simplesmente porque não tem”, afirmou Emily Lima, em entrevista à Trivela, publicada semana passada. Segundo ela, há uma mistura de desinteresse das jogadoras de futebol, porque “dificilmente você sobrevive só com o futebol feminino, mesmo sendo treinadora”, e falta de estrutura oferecida pela CBF e federações para tornar a profissão de técnica atraente no Brasil. “É cultural, é ir ganhando espaço”, explica. “Com o tempo a gente vai se desenvolvendo melhor, mostrando a cada dia que somos capazes. Porque, senão, ela não serve por ser mulher. Quando olham que a gente tem capacidade para fazer aquela função, acabam acreditando. O homem não precisa provar que é capaz, mas a gente precisa provar a cada dia que nós somos capazes de estar nesta função”.

    No mesmo papo, Emily Lima falou sobre algumas ideias para o futebol feminino. Ela não acha ruim a seleção permanente da CBF, mas a maneira como esse projeto foi conduzido. “Eu achei o planejamento ruim”, disse. “Não é que a seleção permanente não possa acrescentar ou tirar atletas. Você tem uma base. É como se fosse um clube. Com essa base você vai trabalhar e vai prepará-la à competição. O que foi feito? Eu ouvia do nosso coordenador, o Marco Aurélio, que a seleção era permanente, as atletas não. Então não é permanente. O que eu conheço como permanente, como a seleção americana faz e o professor Renê (Simões, ex-técnico da seleção feminina) fez, é manter o máximo de atletas que estarão na competição. Para que todo mundo chegue igual fisicamente, taticamente, tecnicamente. Nesta última seleção, foi o contrário. A maior parte do grupo que jogou as Olimpíadas estava fora do país”.

    Com foco nas categorias de base, ela afirmou que seria ideal que todas as categorias do futebol feminino fossem trabalhadas dentro do mesmo modelo, nas partes física, técnica e tática. Também disse que, ao fim de um ciclo olímpico, é a hora de já pensar no próximo. “Acabou em agosto, temos que pensar em renovação, no que vai acontecer, acompanhar o Mundial Sub-20”, explica. “Eu tenho que, no amistoso seguinte, como foi contra a França (no último mês de setembro), preciso das atletas do meu próximo ciclo. Será que a Formiga vai estar na próxima Olimpíada? Eu acho que não. É trocar, renovar. Por isso que a gente não consegue renovar, porque fica na mesmice e não tem peito de arriscar. Na própria Copa do Brasil e no Brasileiro, existem muitas atletas que podem ser trabalhadas na seleção. Não é uma crítica, mas é uma maneira que eu vejo, que eu sempre vi”.

    Passou da hora de a seleção brasileira feminina ter uma mulher no comando. Uma mulher preparada que entenda profundamente as dificuldades desse esporte porque já passou por todas elas. Alguém que tenha vivência para lidar com os obstáculos e que possa servir de exemplo para jogadoras de futebol próximas do fim da carreira que sonham em seguir a vida nessa profissão. Emily Lima sempre foi um bom nome, mas a escolha poderia ser outra, como, por exemplo, Sissi e tantas outras que dedicam a vida à modalidade. É certamente melhor do que escolher técnicos de futebol masculino médios – às vezes, ruins mesmo – ou desconhecidos.

     Farofas
  •  103030 posts
  •  03/11/2016, 03:32
     

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     mattos
  •  938 posts
  •  03/11/2016, 12:18
     

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    eu não entendo pq não fazem que nem no volei feminino. Diminuam o campo, o gol, deixa a parada mais atrativa.

    A série A tem um monte de lixo, imagina a série B

    Tem que transformar essa coisa em mais interessante

     Farofas
  •  103030 posts
  •  03/11/2016, 13:15
     

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    a mudança nas medidas do gramado impediria as mulheres de jogarem nos grandes estadios.

    o problema não ta nas regras, e sim na qualidade da safra.
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