Está querendo discutir por horas a fio? Aqui pode ser o seu lugar!
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 queito
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    Libertários defendem que bandidos sejam executados. Uma das premissas de proteção a propriedade privada está no direito de matar para defender essa propriedade privada, mas a frieza libertária não para por aí. A liberalização das drogas tem como vitrine o suicídio do viciado a conta gotas pelo uso das drogas e a destruição da família deste usuário. Não bastasse isso, eu assisti um vídeo do Ideias Radicais contrário ao método utilizado pelo Doria no caso das cracolândias. Ele critica a coerção do estado. Eu obviamente respondo que a coerção existiria no libertarianismo já que as ruas seriam privadas e seria péssimo para os negócio uma manada de zumbis atrapalhando o tráfego. Sem surpresa os libertários confirmaram o que eu disse.

     Farofas
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    Trump chegou

    só quero ver se ele vai chamar de filho da puta igual fez com o obama

     maxevor
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    Invaders escreveu: Diniz merece mais respeito por parte de todos, afinal, poucos daqui são poliglotas. Diniz fala português, inglês e merda. (comentário baseado em uma piada do usuário Qwerty)
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     Farofas
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    A rir, a brindar, a conversar, a dar um aperto de mão. Assim foram fotografados os presidentes dos Estados Unidos e das Filipinas no jantar de gala do 50.º aniversário da ASEAN em Manila. Hoje, Donald Trump e Rodrigo Duterte terão um encontro bilateral e aquilo que todos querem ver é se o líder norte-americano vai ou não ter a coragem de criticar os métodos empregues pelo regime do seu homólogo filipino na guerra ao narcotráfico. Duterte confia que não. E fez questão de o dizer aos jornalistas, antes mesmo do encontro. No tom ameaçador que já o caracteriza.

    "Estou certo de que ele não vai suscitar essa questão. Não pode dar-se ao luxo de o fazer. Não falamos sobre essas coisas, porque em primeiro lugar não são verdade e em segundo lugar porque nós não praticamos essas coisas", disse ontem Duterte em Manila, citado pelas agências internacionais. O presidente das Filipinas referia-se às acusações de execuções extrajudiciais realizadas pela polícia no âmbito da "guerra contra a droga".

    Antes da visita de Trump, a Amnistia Internacional pediu ao presidente americano que confronte o líder filipino com o balanço sangrento da violenta guerra contra o narcotráfico. "É hora de o presidente Trump dizer a Duterte que este deve colocar um fim às execuções extrajudiciais, à impunidade dos abusos policiais e aos ataques aos defensores dos direitos humanos", declarou a ONG, em comunicado a partir da sua delegação nas Filipinas. Num ano e quatro meses a guerra contra a droga de Duterte já fez mais de seis mil mortos e, desses, quatro mil poderão ter sido abatidos pela polícia, sublinha aquela organização.

    A AI acredita que Trump tem "o dever moral de confrontar Duterte para demonstrar o compromisso da sua administração com a defesa dos direitos humanos". Contudo, analistas consideram ser pouco provável que Trump o faça uma vez que elogiou anteriormente a eficácia da operação antidroga levada a cabo nas Filipinas numa conversa telefónica que manteve com Duterte, como este revelou em maio.

    Ainda antes de Trump chegar às Filipinas para a cimeira da ASEAN, Duterte deixou-lhe outro aviso. O presidente americano disse poder ser "um muito bom mediador e muito bom árbitro" nas disputas territoriais no Mar do Sul da China. Mas, para Duterte, é melhor deixar as coisas como estão. "Temos de ser amigos. As pessoas de cabeça quente gostariam que confrontássemos a China e o resto do mundo em muitas matérias. É melhor não tocarmos no Mar do Sul da China, ninguém se pode dar ao luxo de ir para a guerra", disse o presidente do país que disputa uma parte de influência naquele mar e é um antigo território dos EUA.

    A Coreia do Norte deverá ser outro tópico quente das reuniões. Ontem, no Twitter, Trump escreveu sobre o líder norte-coreano: "Porque é que Kim Jong-un insiste em chamar-me "velho" quando eu nunca lhe chamaria "pequeno e gordo"?. Bem, eu esforço-me tanto por ser amigo dele - talvez um dia isso venha a acontecer".

     Butcher
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    só arregou se, a princípio, discorda da política do dutertão ;)

     Bruceexx
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    Por mais que discorde da política de guerra às drogas dele, acho curioso como a mídia parou de noticiar os acontecimentos lá. Será que o tráfico diminuiu?

    O que aconteceu com a mulher que foi presa BR lá?

     Bruceexx
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    Mucamo escreveu: O cara é de esquerda. Bugou o Farofas agora. Esquerda fazendo isso. Só falta dizer que ta deturpando Marx
    Só buga pra quem é analfabeto político ou aqueles idiotas com camisa do Che Guevara e que adoram usar alcool, cocaína, bala ou ecstasy. Não sei da onde tiraram que a esquerda quer liberar drogas, isso é pauta dos liberais.

    Mao, Stalin e tantos outros socialistas eram bem repressores, até porque, drogados dão muita despesa pro sistema de saúde.

     Farofas
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    Que há em comum entre as Filipinas de Duterte e o Brasil sob Bolsonaro?

    Eleito pelo voto, com a máscara de antissistema, o presidente Rodrigo Duterte desencadeou um banho de sangue. Que há em comum com Bolsonaro? Como enfrentar a ameaça?

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    Alguns dias antes das eleições, Walden Bello, um sociólogo e ativista filipino que conhece o Brasil, e participou ativamente dos Fóruns Sociais Mundiais, escreveu uma carta aos brasileiros. Bello comparava a então provável eleição de Jair Bolsonaro aos dois anos de mandato do atual presidente de seu país, Rodrigo Duterte. A mensagem tinha claro sentido de alerta.

    Bello descrevia a situação das Filipinas em tintas fortes. Lá, dizia ele, Duterte inaugurou um fascismo particular, que tem características distintas do fenômeno clássico. Ele é menos ideológico, mais pragmático. No início de seu governo, por exemplo, o presidente ofereceu três ministérios sociais aos comunistas. Este fascismo não constituiu um movimento de massas. Ao contrário, apoia-se na busca, por largas camadas da população, de um pai brutal, um homem que prometa colocar ordem – ainda que por meio da violência – num ambiente que parece caótico, inseguro e corrupto. Este fascismo, em certos aspectos, pode ser mais intenso que o original.

    Ao contrário de Hitler e Mussolini, que restringiram gradualmente as liberdades políticas, para só mais tarde praticar o terror de Estado em massa, nas Filipinas a limitação dos direitos civis veio mais tarde. Mas os maiores massacres atingem os usuários e comerciantes de drogas, e começaram antes mesmo de o presidente tomar posse. São executados por uma polícia corrupta e por milícias dos chamados “vigilantes”.

    Em dois anos, pelo menos vinte mil pessoas foram assassinadas, num país que tem a metade da população do Brasil. Uma matéria no New York Times conta o drama de mães da periferia de Manilla, a capital. Alguém incluiu o nome dos filhos delas nas listas de futuras vítimas dos esquadrões da morte, que circulam de boca em boca ou pelas redes sociais. Para escapar, os garotos dormem a cada dia numa casa diferente. Alguns de seus colegas deixaram a cidade, e passaram a residir, como nômades, em acampamentos na zona rural.

    Há diversas semelhanças entre as Filipinas e o Brasil. Elas começam na colonização de extrema violência, feita por Estados coloniais (no caso deles, a Espanha) e pelos padres católicos a partir do século XVI. As Filipinas não eram, até então, um país, mas uma constelação de povos tribais – também chamados de “índios” sem Estado, administração ou política institucionalizada. A colônia espanhola encarregou cada ordem religiosa de governar um povo. A conversão foi feita a ferro e fogo, deixando marcada na tradição cultural a naturalização da violência. Há outra coincidência, mais recente, intrigante, merecedora de investigação. Os grandes parceiros de Duterte, no terreno da cooperação militar, são os Estados Unidos de Trump e Israel de Benjamin Netanyahu – os dois governos que mais demonstraram entusiasmo com a eleição de Bolsonaro, e se apressam a cooperar com ele.

    Mas as identidades mais marcantes têm a ver com o ambiente político, social e cultural que permitiu a emergência dos líderes fascistas. Há um enorme desgaste das instituições. A democracia é vista como uma farsa, uma fachada sob a qual prosperam os negócios escusos e se tomam as decisões que realmente importam. A desigualdade é indecente. A elite política, corrupta, é detestada. Valores defendidos hipocritamente por ela, como os direitos humanos e a liberdade individual, sofrem desgaste idêntico.

    A ascensão de Duterte, nesse cenário de desmoralização, tem muitos paralelos com a de Bolsonaro. O presidente filipino elegeu-se fazendo o papel do durão, de homem que zombava do refinamento corrupto das elites (a quem chamava de “coños”, algo como “bucetas”) e mesmo dos costumes americanizados cultivados por elas. Mas, esperto, escolhe um grupo mais fraco como alvo. Nas Filipinas, os usuários de drogas, que foram associados à criminalidade. No Brasil, os homessexuais, as feministas, os índios e quilombolas, os nordestinos. Nenhum grande traficante jamais foi preso ou incomodado por Duterte. Mas é como se os usuários, ou os pequenos comerciantes, pudessem ser sacrificados como bodes expiatórios de um modo de vida visto como ofensivo à “normalidade” a que as massas estão submissas.

    Durante quase dois anos, a popularidade de Duterte manteve-se nas alturas, em torno dos 80%. Amparado por ela, ele passou a reprimir também o ativismo político – ou a terceirizar a perseguição a este. No início de 2017, o Partido Comunista foi sacado do governo e remetido diretamente a uma lista de organizações terroristas. A presidente ds Suprema Corte foi afastada. Quase 95% dos membros do antigo partido liberal bandearam para a base de apoio a Duterte. Há autocensura da imprensa e militarização do governo. Segundo cálculos de um Tribunal dos Povos contra Rodrigo Duterte, realizado no exterior 169 ativistas fotam mortos e 509 estão presos ilegalmente.

    Pobre Brasil: estaremos condenados a viver todas as agruras de que padecem as Filipinas? Claro que não, pois a política é o campo da disputa, do indeterminado, não das certezas. Os riscos são grandes, mas há, para começar, diferenças grandes entre os dois países. No terreno econômico, Bolsonaro enfrentará um cenário muito mais difícil, e seu viés ultra-liberal será um permanente fator de desgaste, junto às maiorias. Já Duterte beneficia-se do crescimento geral da Ásia, da demanda chinesa por componentes eletrônicos (as Filipinas têm uma pauta de exportações muito menos primária que a do Brasil .. ), de uma taxa de desemprego próxima a zero. Ainda assim, turbulências recentes (em especial o aumento dos gêneros de primeira necessidade) fizeram seu apoio popular despencar.

    No Brasil há, além disso, a memória dos primeiros avanços contra a desigualdade, que teria elegido Lula, fossem as eleições livres. mas Filipinas, o crescimento econômico foi sempre acompanhado de mais desigualdade e pobreza.

    Mas os desacertos políticos dos últimos anos foram tantos, e tão graves, que não custa prestar atenção aos três conselhos que Walden Bello oferece a seus amigos brasileiros. Primeiro: não se refugiam na ilusão da suposta volta à normalidade institucional, a política dos velhos tempos. Ela é associada pelas maiorias ao domínio oligárquico. Busquem o novo, baseados inclusive na experiência brasileira anterior: políticas de renda cidadã muito mais ousadas, construção de serviços públicos de excelência, formas novas de democracia intensamente participativa. O resgate da democracia depende, muito provavelmente, de sua reinvenção,

    Segundo: dirijam-se aos de baixo, a estes que, em muitos casos, desiludiram-se com a esquerda, por se sentirem abandonados por ela. Parte deles aderiu a Bolsonaro, mas é o que Gramsci chamava de um consenso apenas passivo, que pode ser rompido. Terceiro: não desprezem o anseio popular por segurança. Ele é legítimo, em especial nas periferias; e cria monstros, mas só quando não apenas a direita oferece respostas efetivas (ainda que ilusórias e brutais).

    Os tempos muito duros que virão podem ser, também, uma oportunidade para nos reconstruirmos. O processo será duríssimo, penoso, muitas vezes terrível. Que seja, ao menos, também uma oportunidade para refletirmos, desapegarmos do que fomos, nos reconstruirmos.

    https://jornalggn.com.br/noticia/que-ha ... -bolsonaro

     V-Brake
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    The latest poll showed that the president obtained a 75-percent approval rating and a 72-percent trust score, a significant decrease from his 88 percent and 87 perent approval and trust ratings in the previous quarter.

    "At the national level, President Duterte experience a decline in his approval ratings (-13 percentage points) and a rise in indecision (+5 percentage points) during the period June to September 2018," Pulse Asia said.

     panqueca verde
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    Tem muito filipino onde eu trabalho. Todos falam inglês bem, o que me surpreendeu, então da pra se comunicar de boa.

    Eu não ouvi um falando mal desse cara. todo mundo fala que ele é um líder forte e que está limpando o país :lol:
    Editado pela última vez por panqueca verde em 11/11/2018, 20:29, em um total de 1 vez.
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