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 Rlim
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    Após a aprovação da Reforma da Previdência, é grande a chance de que o país avance numa agenda de reforma tributária.

    Neste momento há uma discussão em curso no Establishment sobre qual seria a melhor reforma, se destacando duas correntes principais:

    Aqueles que apoiam a ideia do Bernardo Appy, de unificação de diversos impostos federais num IVA (Imposto de Valor Agregado);
    Aqueles que apoiam a ideia do Marcos Cintra, de criação de um imposto único sobre as transações financeiras.

    A primeira apoiada em peso pelo Congresso. A segunda tendo alguns sinais de apoio do Governo.

    Segue debate interessante sobre o assunto:

    Editado pela última vez por Rlim em 15/07/2019, 00:57, em um total de 3 vezes.
    Mucamo, SixAxiS  isso

     Rlim
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    Marcos Lisboa massacrou o rapaz que defende a ideia de imposto único.

    A superiorade foi tanta, que pra mim não restou dúvidas sobre qual seria o melhor modelo.

    Tomara que avance a proposta do Congresso, e não a maluquice do lunático do Marcos Cintra.

     Mucamo
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    Vi tudo. Interessante.

    Imagina o que cara ser tributado em qualquer transferência bancária para um amigo, esposa, pai, filho, etc. Absurdo demais.

    E o exemplo do carro também é excelente.
    Rlim  isso

     Rlim
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    O exemplo é perfeito.

    Você compra um carro por 50 mil e paga imposto.

    No outro ano você vende o carro por 40 mil, ou seja, com prejuízo pela depreciação e paga imposto novamente.

    Qualquer operação financeira como transferir dinheiro pra parentes e amigos você se foderia. Até pagar a cota do rolê.

    :lolsuper: :lolsuper: :lolsuper: :lolsuper: :lolsuper: :lolsuper:

    Isso vai forçar a sociedade inteira a ir pra informalidade.

    E o exemplo do empréstimo é sensacional. Você vai ter que pedir mais do que precisa e o banco vai ter que te forçar a pegar mais ainda pra ter lucro.

    :lolsuper: :lolsuper: :lolsuper: :lolsuper: :lolsuper:
    Mucamo  isso

     JLucasRJ
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    Eu só confio no Paulo Guedes. No que ele propor, eu vou atrás

     V-Brake
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    A 1a eu acho q é mais praticada no planeta.

    A 2a é CPMF revival não? E provavelmente a 2a vai manter o status quo dos impostos atuais.

     FooFighters
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    Só quero saber se tem o Diabo Loiro dando o exemplo da motocicleta mais viajada do mundo antes de chegar na mão do consumidor final, que é aquela da Zona Franca de Manaus.

     vilela_09
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    se paulo guedes fosse presidente o brasil em 5 anos estaria igual ao japão, porém sem estupros no metro e hentai

     Mota Offspring
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    Vou ver depois, respeito bastante as opiniões do Marcos Lisboa, e esse negócio aí que falaram é a pura verdade, pro governo uma coisa dessas aí é lindo, mas pras pessoas normais é loucura, o governo provavelmente ficaria extremamente impopular

    única vantagem que eu vejo é que seria ridículo de fácil pra qualquer empresa já que ela não teria que contratar contador pra pagar imposto, já taria tudo pago na hora da transferencia bancária

     LEONARDO SCCP
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    Se mudar vai ser pra pior
    Nego falava que quando o pão passasse a ser vendido por quilo, que seria uma revolução, que antes a gente era extorquido, porque o pão não vinha 50 gramas e o caralho.

    A prática é que antes eu pagava 20 centavos no pao e achava caro, hoje com o preço justo do pão a kilo, sai a 1 real cada pão.

    Tudo que vem desse país é pra ser ruim e toda e qualquer mudança sempre será para pior

    Enviado de meu Redmi Note 4 usando o Tapatalk

     .Kiko.
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    Reforma tributária da Câmara cria o maior imposto do mundo, diz governo
    Brasil 16.07.19 11:44


    O Ministério da Economia calcula que a proposta de reforma tributária que tramita na Câmara, apresentada por Baleia Rossi, exigiria a fixação de uma alíquota de 30% ou maior para o novo Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), informa o Estadão.

    Se o valor for confirmado, o Brasil passaria a ter o maior imposto sobre valor agregado do mundo. Além disso, segundo o governo, o texto enfraquece a autonomia de estados e municípios.

    Há uma briga entre governo e Congresso pelo protagonismo na reforma tributária. A equipe econômica de Paulo Guedes ainda não enviou à Câmara a sua proposta sobre o tema, e Rodrigo Maia já instaurou a comissão especial que vai analisar a proposta de Baleia Rossi.

    A ideia é articular a aprovação do texto logo após a votação do segundo turno da reforma da Previdência.

    :rimbuk:

     moullet
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    É dificil ter opiniao firme sobre esse assunto, já que especialistas que estudam o tema dizem que o assunto é complicado. O Lisboa mesmo já falou que mexer nisso tem consequências que nunca são totalmente previsíveis.



    Eu lembro de ter visto um video do Gianetti na USP falando sobre.Era algo parecido com IVA, mas olhando mais enfaticamente para uma descentralização dos estados e municípios. Deixar a maior parte do dinheiro do imposto único na cidade, e a menor para ir para estados e união.

    Há ainda o fim das deducoes médicas no IR (excelente)
    e IR negativo (excelente também)
    Rlim  isso

     Rlim
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    Parece que a coisa vai andar.







    Proposta do governo só propõe a unificação dos impostos federais, deixando pra depois uma nova unificação dos estaduais.

    A do Senado projeta a unificação de 7 impostos, federais, estaduais e municipais, mas parece que possui diversas regras que tornam dificil a aprovação.

    A da Câmara projeta a unificação de 5 impostos (PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS). É disparada a preferida dos especialistas e economistas, e possivelmente do Maia também.

    Suspeito fortemente que o Guedes está enviando essa proposta meia boca ai, pra oposição se aglutinar nas propostas da câmara ou do senado como forma de "vencer o governo", o que seria uma baita jogada. Ou ele tá de sacanagem mesmo.

    Vamos ver.

     Rlim
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     Rlim
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     Rlim
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    Reforma tributária: entenda a PEC 45, em tramitação no Congresso

    O ponto central do projeto é a substituição de cinco tributos por um único imposto

    Depois da aprovação da reforma da Previdência no Congresso, o governo se volta agora a outras reformas na pauta econômica. Uma delas é a reforma tributária. Há, atualmente, cinco diferentes propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso. A mais avançada delas, a Proposta de Emenda à Constituição 45, foi redigida por Bernard Appy, Diretor do Centro de Cidadania Fiscal, e é defendida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

    O ponto central do projeto é a substituição de cinco tributos por um único imposto, que seria chamado de imposto sobre bens e serviços (IBS). O modelo é inspirado em sistemas utilizados em outros países, que reúnem em um único imposto sobre valor adicionado (IVA) toda a tributação sobre o consumo, com uma alíquota uniforme.

    Segundo os autores da proposta, os impostos que atualmente incidem sobre o consumo no Brasil são “complexos, descoordenados, cumulativos, repletos de obrigações acessórias e geradores de enorme contencioso”. A simplificação do sistema tributário é uma demanda antiga do setor produtivo brasileiro.

    Segundo o relatório Doing Business 2019, do Banco Mundial, as empresas brasileiras gastam, em média, 1.958 horas por ano apenas para cumprir todas as regras tributárias. A burocracia tributária é um dos principais fatores que leva o Brasil a ficar na 109ª posição no ranking que mede a facilidade de fazer negócios no mundo - outros itens são a burucracia para abrir uma empresa e a dificuldade de registro de propriedade.

    Se o projeto for aprovado, serão extintos: imposto sobre produtos industrializados (IPI); imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS); imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS); contribuição para o financiamento da seguridade social (Cofins); e a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS).

    O IBS seria de competência de municípios, estados e União – três dos cinco tributos que seriam extintos são federais (IPI, PIS e Cofins), um é estadual (ICMS) e o outro, municipal (ISS). Outro ponto importante da reforma proposta é que o IBS seria unificado – hoje, há uma grande variedade de alíquotas a depender do produto ou serviço.

    O imposto único também responde às críticas frequentes aos benefícios e isenções fiscais, que levam à chamada guerra fiscal entre os estados brasileiros. Ele teria uma alíquota uniforme e seria cobrado no local onde o bem ou serviço é consumido. Hoje, o ICMS é cobrado no estado de origem do bem. Como as alíquotas variam de acordo com o estado, as empresas tendem a migrar para os locais onde o imposto é menor.

    Transição

    A proposta prevê um período de transição para que as empresas e os governos possam se adaptar ao novo regime. Esta seria feita em duas etapas. Uma, de dez anos, para as empresas, e outra, de 50 anos, para a distribuição dos recursos entre União, estados e municípios.

    Para as empresas, nos dois primeiros anos, o IBS seria uma alíquota de 1%, enquanto a Cofins seria reduzida em 1%. Nos anos seguintes, as alíquotas dos cinco impostos existentes hoje seriam reduzidas gradualmente, sendo substituídas pelo IBS.

    Já a transição para os entes federativos teria uma duração de 50 anos. Por 20 anos, os estados e municípios receberiam o equivalente à arrecadação atual do ICSM e ISS, enquanto a União receberia o mesmo que recebe hoje na arrecadação com IPI, Pis e Cofins. Passados esses 20 anos iniciais, por 30 anos, a parcela recebida referente aos impostos existentes hoje seria reduzida gradualmente, à medida que aumentaria a parcela que caberia ao ente referente ao IVA.

    https://epocanegocios.globo.com/Economi ... resso.html

     Rlim
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     Rlim
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