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 Farofas
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    ACABOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

     Super Fofo
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    luxemburgo podia ter humilhado mas viu que o futebol no brasil estava sem graça e quis dar emoção pro jogo

    não pensa só no palmeiras, pensa no esporte brasileiro como um todo
    que grande treinador. é quem merece nos representar na amarelinha
    Farofas  isso

     Farofas
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    Luxa soltou os cachorros no final da coletiva:

    "espero que alguns comentaristas saiam debaixo do ar condicionado e vão assistir os treinos"

    :emocao: :emocao: :emocao: :emocao:

     vilela_09
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    Farofas escreveu: Luxa soltou os cachorros no final da coletiva:

    "espero que alguns comentaristas saiam debaixo do ar condicionado e vão assistir os treinos"

    :emocao: :emocao: :emocao: :emocao:
    não é fechado os treinos? ainda tem a pandemia

     Dantas
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    Boa luxa,continua mesmo!!
    E quem falar o contrário pode açoitar
    👌👍👍👍
    LL SCCP  isso

     Farofas
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    Detalhe: Figo foi treinado pelo Van Gaal

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     Dantas
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    kkkkkkkkkkkkkjjjjjjjj

    cabei de ver isso agora,cacetada

    :lolsuper:

     ai caramba
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    :lolsuper: :lolsuper: :lolsuper: figo sempre foi de falar na lata mesmo
    Starkk, LL SCCP  isso

     Farofas
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    Galácticos não obedeciam Luxemburgo, diz Roberto Carlos.

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    UOL – “Eu, na esquerda?”, pergunta o eterno ídolo do Real Madrid, Raul Gonzalez, para Vanderlei Luxemburgo. “Aqui, um pouquito só”, responde o treinador. A feição do atacante de quem não entende quase nada do que ouve durante o diálogo com o comandante pode explicar um pouco do porquê o brasileiro não repetiu no “clube do século 20” os trabalhos vitoriosos que fez em seu país.

    Há 15 anos, o maior ganhador de taças no país pentacampeão mundial teve a grande chance da carreira, em um dos clubes mais prestigiados do mundo e no momento que talvez tenha reunido os maiores craques da época, o período dos “galácticos” o espanhol Raúl, os brasileiros Roberto Carlos e Ronaldo, o inglês Beckham, o português Figo e o francês Zidane, entre outros. Durou apenas 45 jogos, menos de um ano e nenhuma taça.

    “Ele trouxe as conquistas do futebol brasileiro e tudo que fazia no Brasil para a Espanha, mas não conseguiu combinar esse trabalho e aprender um pouco da cultura europeia. Proibiu algumas coisas que o europeu não estava acostumado”, disse Roberto Carlos, em entrevista ao UOL Esporte. Ele diz que jogou contra o fato de as estrelas não cumprirem as ordens de Luxa.

    “O trabalho dele foi bom, mas quando você tem dois ou três jogadores que não entendem o que o treinador quer, e alguns líderes no grupo…aí esses dois ou três acabaram contaminando os outros para que o trabalho do treinador não seguisse na época. Vanderlei não teve tanta facilidade para se adaptar aos jogadores”, lembrou o ex-lateral, sem citar nomes.

    Luxemburgo chegou no início de 2005, semanas depois de obter seu quinto título brasileiro, pelo Santos. Teve um bom início no clube madrilenho ao pegá-lo no meio de uma temporada turbulenta. Obteve 16 vitórias, três empates e três derrotas nos seus primeiros seis meses e foi vice-campeão espanhol. Seu melhor momento nesse estágio foi um triunfo por 4 a 2 sobre o Barcelona de Ronaldinho. Mas, no fim da temporada, montou a equipe mais a seu jeito. Se desentendeu com Figo, que acabou dispensado. Chegaram contratações milionárias dos brasileiros Robinho e Julio Baptista. Mas os resultados não vieram. Acabava a química com os jogadores.

    Roberto Carlos havia ganhado vários títulos com Luxa na era vencedora do Palmeiras com a Parmalat e também foi um dos homens de confiança na rápida passagem do treinador pela seleção brasileira. Como um dos mais experientes do elenco galáctico, o lateral tentou fazer o elo de ligação do chefe com o elenco. Mas a coisa não andou. Não por falta de respeito ao comandante, mas por vontade.

    “O problema não é respeitar, o problema é fazer. E muitas vezes eles (jogadores) deixavam de fazer. E você sabe como o Vanderlei é: se não faz o que ele quer, vira o bicho. Ele fez certo, de repente para fazer um bom trabalho lá, só faltou um detalhezinho, que os jogadores também não queriam fazer muito o que ele queria. Então eu penso que a culpa foi mais dos jogadores. A culpa não foi do Vanderlei, não, a gente avisou muito ele também.”

    O atual técnico do Flamengo sofreu desgaste em três frentes que culminaram em sua saída: a falta de resultados no final, críticas por não falar fluentemente o espanhol após quase um ano no país e desconfiança pela legião de brasileiros. Além de indicar Robinho e Julio Baptista, o clube também havia contratado o lateral direito Cicinho, que chegaria depois. Era comum a imprensa espanhola noticiar o interesse por algum jogador brasileiro, como o meia Ricardinho e o zagueiro Edu Dracena.

    Os cartolas do clube reclamavam também por alguns métodos que não agravavam ao elenco, como o excesso de concentrações, algo incomum na Europa. “Ele não se adaptou ao estilo europeu. Trouxe as conquistas dele pra Europa, mas não conseguiu combinar o que fazia e aprender um pouco sobre a cultura europeia, como campo reduzido, posse de bola, não fazer concentração e treinos em dois períodos”, comentou Roberto Carlos.

    Auxiliar de Vanderlei em parte do período no Real, Paulo Campos entende que os três fatores não atrapalharam e diz que a relação do técnico com elenco era boa. A diferença, segundo ele, foi Ronaldinho ter atuação de gala num 3 a 0 pro Barça no Santiago Bernabéu. “Não teve nada disso. Não houve desentendimento com o espanhóis. O relacionamento dele era muito bom com todos. Ronaldinho fez a diferença e aniquilou o Michel Salgado (ex-lateral), aquilo culminou na saída dele. Os atletas se esforçavam ao máximo.”
    Starkk  isso
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