O seu lugar para falar asneiras e discutir assuntos variados
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 Bruceexx
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    Sabia que por trás desses supostos protestos pedindo "direitos" aos aplicativos tinha um grupo ideológico :lol:



     Paum cum Çalãmi
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    frisson escreveu: nao sei onde perguntar então vai aqui mesmo

    to pensando em tirar CPA10, alguém aqui já fez a prova ou conhece alguém que fez? é foda? tem alguma dica do que estudar? algum metodo/curso que compense ou da pra aprender sozinho com bastante disciplina? quero opiniões dos especialistas
    Não fiz, mas conheço gente que fez.

    A prova é decoreba de um manual da ANBIMA pelo que me falaram. Se você tem dificuldade de estudar sozinho, estruturar um resumo ou criar técnica de memorização, pegue um curso on-line.

     frisson
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    Paum cum Çalãmi escreveu:
    frisson escreveu: nao sei onde perguntar então vai aqui mesmo

    to pensando em tirar CPA10, alguém aqui já fez a prova ou conhece alguém que fez? é foda? tem alguma dica do que estudar? algum metodo/curso que compense ou da pra aprender sozinho com bastante disciplina? quero opiniões dos especialistas
    Não fiz, mas conheço gente que fez.

    A prova é decoreba de um manual da ANBIMA pelo que me falaram. Se você tem dificuldade de estudar sozinho, estruturar um resumo ou criar técnica de memorização, pegue um curso on-line.
    desculpe a ignorancia, mas qual seria esse manual?

     .Kiko.
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    BC aumenta de US$ 100 mil para US$ 1 milhão limite para declarar bens fora do Brasil
    Economia 03.08.20 15:55
    Por Cedê Silva



    Achou que ia parar na nota de R$ 200?

    O Banco Central publicou hoje resolução que aumenta os limites para pessoas e empresas terem de declarar bens e valores fora do Brasil.

    No último texto sobre o assunto, assinado em maio de 2010, esse limite era de US$ 100 mil.

    Com uma canetada, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, decuplicou esse limite para US$ 1 milhão.

    E sim, o valor é calculado em dólares.
    BC aumenta de R$ 10 mil para R$ 100 mil limite para registrar transferência internacional
    Economia 03.08.20 16:18
    Por Cedê Silva



    O Banco Central é coerente.

    No mesmo dia em que aumentou de US$ 100 mil para US$ 1 milhão o limite para declarar bens fora do Brasil, também aumentou o limite das transferências internacionais.

    Antes, a regra era: “a movimentação ocorrida em conta de depósito de pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no exterior, de valor igual ou superior a R$10.000,00 (dez mil reais), deve ser registrada no Sisbacen, na forma estabelecida pelo Banco Central do Brasil”.

    É o que consta em resolução de 2008, ainda da época de Henrique Meirelles.

    Hoje, Roberto Campos Neto decuplicou esse limite para R$ 100 mil.

    :rimbuk2: :rimbuk: :rimbuk2: :rimbuk:

     .Kiko.
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     Turin
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    FooFighters escreveu: @Turin e aquele investimento que você fez na URBE?

    Tem algum status de retorno?

    Como que tá?
    Tá rolando um webinar agora do urbe com o proprietário da incorporadora que eu investi.

    Bem interessante, de falta de transparência não dá para reclamar.

    Comecei a dar uma olhada em alguns p2p lending ultimamente. O urbe parece ser, com folga, o mais transparente e seguro, embora uma rentabilidade bem menor

     FooFighters
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    Turin escreveu:
    FooFighters escreveu: @Turin e aquele investimento que você fez na URBE?

    Tem algum status de retorno?

    Como que tá?
    Tá rolando um webinar agora do urbe com o proprietário da incorporadora que eu investi.

    Bem interessante, de falta de transparência não dá para reclamar.

    Comecei a dar uma olhada em alguns p2p lending ultimamente. O urbe parece ser, com folga, o mais transparente e seguro, embora uma rentabilidade bem menor
    A Creditas ainda faz p2p?

    Acho que parecia ser uma das confiáveis tb.

     Rlim
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    Senado passou aquele excrescência de limitar o jutos do cheque especial na base da canetada. Vamos ver o que vai dar.

     Turin
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    FooFighters escreveu:
    Turin escreveu:
    FooFighters escreveu: @Turin e aquele investimento que você fez na URBE?

    Tem algum status de retorno?

    Como que tá?
    Tá rolando um webinar agora do urbe com o proprietário da incorporadora que eu investi.

    Bem interessante, de falta de transparência não dá para reclamar.

    Comecei a dar uma olhada em alguns p2p lending ultimamente. O urbe parece ser, com folga, o mais transparente e seguro, embora uma rentabilidade bem menor
    A Creditas ainda faz p2p?

    Acho que parecia ser uma das confiáveis tb.
    Acho que não. Não vi, pelo menos.

    O complicado desses p2p é que tu arrisca teu dinheiro para um rendimento relativamente baixo pro tamanho do risco, 10 a 25% a.a. Meio que tudo ou nada, sendo que o tudo também não é grandes coisas.
    Acaba sendo meio loteria, e as empresas de p2p dão uma maquiada nas inadimplências.

    Algumas oferecem supostas garantias reais, avalistas, etc, mas que, dependendo do caso, não valem de porra nenhuma se o cara que pegou empréstimo não quiser pagar.
    E em muitas dessas p2p, o empréstimo é para empresinha mequetrefe de fundo de quintal, petshop, lanchonete :lol: Enfim, bombas.

    As únicas que tive confiança foram a urbe, que parece ser mais transparente nos riscos e empresta para umas incorporadoras parrudas, e a kavod que empresta só pra franquias (que dizem ter uma taxa de 'falência' absurdamente menor) e para empresas maiores, e ancora os empréstimos em garantias mais exequíveis. Mas tbm são as duas com menor rentabilidade.

    Enfim, investimento de risco, só pra brincar com uma porcentagem pequena do patrimônio. Vai ser um bom negócio quando o mercado amadurecer e encontrar um equilíbrio melhor entre risco x retorno

     Piccolo_san
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    Não sei se alguém já postou sobre o assunto no tópico.

    https://g1.globo.com/politica/noticia/2 ... emia.ghtml

    Senado aprova juro máximo de 30% ao ano para operações do cartão de crédito na pandemia

    Regra deve valer enquanto durar estado de calamidade, previsto para terminar em 31 de dezembro. Texto aplica o mesmo teto ao cheque especial; proposta será avaliada pela Câmara.


    O plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (6) um projeto que prevê juros de, no máximo, 30% ao ano para todas as operações do cartão de crédito durante a pandemia do novo coronavírus. A proposta também limita, ao mesmo percentual, os juros do cheque especial.

    A proposta foi aprovada por 56 votos a 14, com uma abstenção. A proposta vai à Câmara dos Deputados.

    Segundo o texto de autoria do senador Álvaro Dias (Pode-PR), os bancos ficam proibidos de cobrar taxas acima deste percentual durante a pandemia, até 31 de dezembro deste ano, considerando o decreto de calamidade pública no Brasil.

    A regra proposta leva em consideração os juros nominais – ou seja, sem descontar a inflação do período.

    Se um cliente não consegue pagar a fatura do cartão de crédito, o banco oferece dividir esse valor, com juros, nas mensalidades seguintes. Este é o chamado crédito rotativo, quando o cliente paga juros em cima de uma dívida que não conseguiu quitar.

    A linha inclui também saques, feitos na função crédito, em que o saldo da conta é insuficiente. A taxa do rotativo chegou a 242% em junho para o cliente regular, de acordo com o Banco Central (BC).

    O projeto estabelece um limite maior, com taxa anual nominal de 35%, para as chamadas "fintechs" – startups ou empresas que oferecem pelo meio digital serviços como os de cartão de crédito, conta digital, cartão de débito, empréstimos, seguros, entre outros.

    Pelo texto, o descumprimento das regras pode implicar na prática do crime de usura, que significa a cobrança de juros de maneira abusiva. A pena é detenção de seis meses a dois anos e multa.

    De acordo com a proposta, a redução da taxa de juros não valerá para o consumir que contraiu dívidas por causa de fraude ou má-fé.

    Os senadores aprovaram uma alteração sugerida por Rogério Carvalho (PT-SE), que delega ao Conselho Monetário Nacional (Copom) a decisão sobre o limite de juros após a pandemia.

    Cheque especial

    A proposta aprovada pelo Senado também limita em 30% ao ano os juros nominais do cheque especial. É uma espécie de empréstimo pré-aprovado, disponível quando o cliente zera o saldo da conta.

    Essa é uma das modalidades de crédito mais caras do país, utilizada sobretudo pela população de menor renda.

    Em janeiro deste ano, começou a valer o limite de 8% para a taxa mensal de juros do cheque especial. Antes, não havia limite. Essa foi a primeira vez que BC decidiu impor uma taxa máxima a uma linha de crédito com recursos livres (sem o direcionamento dos créditos imobiliários ou microcréditos, por exemplo).

    Com a redução estipulada, a estimativa é de que os juros caiam quase pela metade, para 151% ao ano. Em junho, por exemplo, a taxa média de juros cobrada no cheque especial foi de 300,3% ao ano.

    De acordo com o texto, a limitação de 30% ao ano para o cheque especial não pode causar a cobrança de outras tarifas, pelos bancos, pela disponibilização do serviço.

    Conforme o projeto, os juros do cheque especial ofertados a pessoas com renda inferior a dois salários mínimos devem seguir as limitações da cobrança de taxas do crédito consignado.

    Debate

    O relator do texto, senador Lasier Martins (Pode-RS), ampliou a taxa de juros para 30%. Inicialmente, o projeto de Álvaro Dias estabelecia um teto ainda mais baixo, de 20% ao ano.

    "Sabemos que as instituições financeiras obtêm lucros dessas linhas e de outras linhas de crédito, e continuarão a obter lucros, mesmo com a aprovação da temporária limitação de juros. Vários países como Portugal, Espanha, Alemanha e Itália já utilizam limitadores máximos, e os bancos competem livremente no mercado abaixo desses limites. Na América Latina, em que não há limitação, ainda assim as médias de juros giram em torno de 40% a 55%, bem abaixo dos valores praticados no Brasil", disse Lasier no parecer.

    O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), avaliou que "nada explica" os juros do crédito rotativo. "Estamos falando de 200 vezes a taxa Selic", comparou o parlamentar. Ele defendeu a criação de uma legislação permanente, que valha no período pós-pandemia, com um limite máximo de 60% ao ano para os juros do cartão.

    O líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), criticou o conteúdo do projeto. Para ele, fixar por lei juros interfere no mercado, o que pode impactar na "elevação de juros em outros segmentos, de outros produtos financeiros".

    Bancos

    O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, divulgou nota sobre a aprovação do projeto.

    “A Febraban concorda com a necessidade de reduzir o custo do crédito. Mas entende que o tabelamento, ao invés de promover alívio financeiro, pode agravar a crise por distorcer a formação de preços, criar gargalos e gerar insegurança jurídica. Por isso, vê com preocupação propostas que promovem intervenção artificial na atividade econômica e nos contratos. Situações como essas ocorreram no passado e a história já revelou que não se mostraram eficazes", ponderou.

    Outros pontos

    Confira, abaixo, outros pontos do projeto aprovado pelo Senado:

    Multa por atrasos

    O texto proíbe, até o fim deste ano, a cobrança de multas por atraso nos pagamentos de compras diretas tanto de produtos quanto de serviços. Isso também vale no caso do vencimento de prestações de operações de crédito.

    "Os juros estabelecidos previamente continuarão a correr sobre o saldo devedor. Vale lembrar que essas postergações já estão ocorrendo por livre negociação entre as partes credora e devedora em alguns casos.", explica o relatório de Lasier Martins.

    Negociação para quem perdeu renda

    As pessoas que tiveram redução da renda este ano, no contexto da pandemia, e não pagarem as prestações do contrato de crédito poderão negociar as dívidas "sem qualquer adição de cláusula penal ou juros".

    Informações ao devedor

    Os bancos deverão informar aos clientes com dívidas, seja no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, a possibilidade de contratação de modalidades com juros mais baixos.

    Fiscalização

    O Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, as agências reguladoras e o Banco Central deverão fiscalizar o cumprimento da lei.

     Rlim
  •  17238 posts
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    Estado fazendo peripécias na base da canetada. Menos mau que aparentemente só valerá até o dia 31 de Dezembro, isso se passar pela câmara.

     moullet
  •  1175 posts
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    https://www.cnnbrasil.com.br/business/2 ... d3DwYaNBgk

    o brasil é invencível

    nada anda nesse governo. impossível uma equipe menos efetiva. nenhuma desculpa dá conta do tamanho da morosidade. só incompetência generalizada.

    deixaram caducar a MP do Saneamento, se enrolaram com a reforma da previdência, se enrolaram com a reforma adminstrativa, tão enrolando a reforma tributária (pra enfiar CPMF, ainda por cima)...


    E anunciou que a reforma administrativa só será enviada "ano que vem" (ou seja, não será enviada e nem aprovada).

    Nos próximos 5 anos 20% dos funças vão se aposentar

    Vai tudo pra casa do caralho.

     Reloaded
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    impossível ter esperança com o Brasil, se com guedes ta assim, imagina qnd ele sair e entrar um jagunço populista...


    esse ano quase 1tri de déficit, ano q vem uma paulada tbm, nenhuma privatização, nada de abrir mercado, imprimindo dinheiro adoidado, plano populista pra ganhar voto, minha casa minha vida 2.0,


    argentina é questão de tempo, infelizmente,

    mais uma década perdida.
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    MENSAGENS RECENTES

    ja passou do tempo em campo isso sim

    GOVERNO BOLSONARO

    Com a possível vitória do Biden, ach[…]

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