O seu lugar para falar asneiras e discutir assuntos variados
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 Sudit
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    Piccolo_san escreveu: A questão desse auxilio emergencial é que já estão mexendo os pauzinhos para transformar isso de algo provisório para permanente.
    Isso é um problema que digo desde 2 mil e bolinhas...

    O problema de planos sociais é que começam como uma ajuda, um extra de momento, com o tempo passa a se tornar uma necessidade, as pessoas não conseguem viver sem aquilo, e da necessidade para uma obrigação do estado, é apenas um passo.

    É uma armadilha que estão criando, e precisam cortar o mais rapido possivel, pq chegará uma hora quando a economia estiver em crise e precisarem cortar gastos, não conseguirão tirar pq a população irá se revoltar.

     Turin
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    "O Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M)subiu 4,41% no primeiro decêndio de setembro. No primeiro decêndio de agosto, este índice havia registrado taxa de 1,46%.Com este resultado, a taxa em 12 meses passou de 11,61% para 18,01%."

    :lolsuper: :lolsuper:

    Beirando 20% a inflação 'real' nos últimos 12 meses

     Paum cum Çalãmi
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    Cesta do IGPM é diferente do IPCA, é muito mais atrelada à produção e sensível a dólar.

     Rules
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    Touro Mecânico escreveu: porra, 40 reais é absurdo, no mercadinho aqui do bairro tá 23, os do centro devem estar até mais baratos que isso

    Os mercados vão vender por R$39,99 agora

     Geraldo Grêmio
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    mas na eleicao o @Bliss me garantiu que somente jair bolsonaro e olavo de carvalho podiam melhorar o Brasil

     rafa_alk3
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    fui ao mercado na quarta feira
    arroz camil tipo 1 R$ 21,00. Tinha nego levando 3 pacotes LOL

     Rod
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    Coitado dos PFzao dao massa :chorar:

    https://www.em.com.br/app/noticia/econo ... dica.shtml


    Contra a corrida dos preços dos alimentos, PF luta para manter tradição
    Com a disparada dos preços do arroz, carnes e óleo, restaurantes antigos de BH tentam conservar a típica refeição, evitando estoques, substituindo proteína e vale até pensar numa receita sem o carro-chefe

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    Quem diria que o arroz, esse coringa dos pratos feitos – outrora servido com fartura para encobrir a pouca quantidade de ingredientes mais nobres, como o bife –, se tornaria pivô do prejuízo de restaurantes de Belo Horizonte. Pois é o que vem ocorrendo nos estabelecimentos da capital desde que o preço do produto disparou. O pacote de 5 quilos é vendido por até R$ 30 em supermercados da cidade, segundo levantamento divulgado na segunda-feira pelo site de pesquisa de preços Mercado Mineiro.

    O arroz encareceu 19,25%, em média, no país, de janeiro a agosto, e 22,96% na Grande BH, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Outra instituição que acompanha a inflação, a Fundação Ipead, vinculada à UFMG, apurou alta de 23,10% do produto tipo 1 na capital no período de oito meses.

    Empresários do setor de bares de restaurantes, sobretudo os que servem refeições populares, contam que os aumentos dos preços do arroz e outros produtos que compõem o prato, como o óleo de soja, os deixaram “encurralados”. Eles não podem deixar de servir o ingrediente que é básico na maioria dos pratos de seus cardápios. Tampouco é possível repassar os reajustes ao consumidor, que, com o bolso fragilizado pela pandemia de COVID-19, vive num situação de sufoco financeiro.

    No Mineirinho II, os preços do prato feito permanecem os mesmos de dois anos atrás, segundo o proprietário do estabelecimento, de R$ 11,50 para a versão pequena, e R$ 14, a grande. Ambos incluem arroz, feijão, fritas e uma proteína – porco, boi ou frango. O que mudou, afirma Daniel Almeida, foi a rotina da compra de insumos. “Eu gasto em torno de 25 quilos de arroz por dia. Costumava comprar quantidade suficiente para pouco mais de um mês, cerca de cem fardos com 150 quilos cada. Agora, faço compras semanais, de 20 fardos. Até essa inflação passar, vai ser assim. Não está valendo a pena estocar”, avalia o empreendedor.

    O mesmo método tem sido aplicado às compras de óleo de soja, que encareceu 9,48% no Brasil e 11,56% na Região Metropolitanade BH. Segundo Daniel, em lugar de 80 caixas mensais, ele passou a comprar cinco, suficientes para a semana. “Meu lucro, atualmente, é zero. O dinheiro que entra dá para pagar os funcionários e manter a casa aberta. Ainda mais que o movimento está fraco, cerca de 40% em relação ao período anterior à pandemia”, queixa-se.

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    Na Cantina do Sorriso, situada no Bairro São Lucas, Região Leste de BH, o proprietário Anderson Fernandes adotou estratégia semelhante à de Daniel, inclusive para a compra de carnes. “Reduzi as encomendas em 80%. Vai ser assim até essa onda passar. Estou no ramo há 11 anos, nunca vi aumento exorbitante assim. Isso é máfia, pressão para inflacionar. Mas esse pessoal vai quebrar a cara, porque, em casa, as pessoas estão fazendo substituições. Essa festa não dura muito tempo”, avalia Fernandes.

    As opções do menu custam entre R$ 19,90 e R$ 27,90. O carro-chefe é o PF Vó Eponina, composto de arroz, feijão, salada e carne de porco, frango ou fígado. O comerciante diz que planeja criar um prato com preço mais acessível – talvez, sem arroz. “Ainda não sei como será. Ainda estou pensando”.

    No Bar e Restaurante D'Lucas, que também fica na Região Leste da capital, no Bairro Santa Efigênia, a alta do arroz tem sido compensada com a oferta de PFs guarnecidos com proteínas de preços mais baixos, como o frango. Vendido a R$ 13, o prato leva arroz, feijão macarrão, salada e uma carne – suína ou bovina. Se o cliente optar por esta última versão, paga R$ 15. “Meus ingredientes aqui têm sido comprados para o dia. Corro ali no supermercado, e compro dois pacotes de arroz, poucas latas de óleo, tudo suficiente para preparar um almoço. Se as coisas continuarem como estão, não vamos aguentar”, reclama o dono Maurício Resende.

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    Racionando

    Nenhum dos empresários admitiu ter baixado a qualidade da comida para baixar custos. Alguns clientes, no entanto, têm notado diferenças no prato. A auxiliar administrativo Poliane Ferrari diz que a quantidade de arroz e feijão servidos no estabelecimento que ela costuma frequentar foi reduzida. “A cumbuquinha de feijão, da última vez, veio mais vazia. O arroz ocupa menos espaço na travessa. Notei também que a carne está mais dura, como se fosse de segunda”, afirma a moça.

    O eletricista João Oliveira observou que as promoções desapareceram. “Antes, era comum a gente ver opções de prato com bebida. Mesmo que fosse um suco de pacote. Agora, não, se a gente quiser beber alguma coisa, tem que pagar à parte. Ou, então, resta come a comida seca mesmo. Fazer o quê?”, conforma-se.

     camaleão
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    Já acabaram com o futebol
    Já acabaram com a música
    Estão acabando com o arroz e feijão

    Só vai nos restar o tráfico e a prostituição
    Rod, UltraRS, Khoserken e 2 outros  isso

     Mortal Kombat
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    Fui no Mundial hoje e o Arroz está por 18,50, mas está com limite de 10kg por cliente assim como o óleo.

    Agora o que tá caro pra porra é o feijão.
    Rod  isso

     Rlim
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    rafa_alk3 escreveu: fui ao mercado na quarta feira
    arroz camil tipo 1 R$ 21,00. Tinha nego levando 3 pacotes LOL
    Mas 3 pacotes é algo comum ué.

    Quando eu vou fazer a compra do mês aqui de casa com meus pais nós sempre compramos 3 ou 4 pacotes de 5kg. Pra dar pro mês inteiro. Dado que a familia vem almoçar aqui com frequência.

     V-Brake
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    Rlim escreveu:
    rafa_alk3 escreveu: fui ao mercado na quarta feira
    arroz camil tipo 1 R$ 21,00. Tinha nego levando 3 pacotes LOL
    Mas 3 pacotes é algo comum ué.

    Quando eu vou fazer a compra do mês aqui de casa com meus pais nós sempre compramos 3 ou 4 pacotes de 5kg. Pra dar pro mês inteiro. Dado que a familia vem almoçar aqui com frequência.
    Deve almoçar bastante gente aí, se eu comprar 3 ou 4 pacotes de 5kg vai durar uma eternidade :queixo:

     Rlim
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    V-Brake escreveu:
    Rlim escreveu:
    rafa_alk3 escreveu: fui ao mercado na quarta feira
    arroz camil tipo 1 R$ 21,00. Tinha nego levando 3 pacotes LOL
    Mas 3 pacotes é algo comum ué.

    Quando eu vou fazer a compra do mês aqui de casa com meus pais nós sempre compramos 3 ou 4 pacotes de 5kg. Pra dar pro mês inteiro. Dado que a familia vem almoçar aqui com frequência.
    Deve almoçar bastante gente aí, se eu comprar 3 ou 4 pacotes de 5kg vai durar uma eternidade :queixo:
    Moro com meus pais. Mas meu irmão vem almoçar aqui praticamente todos os dias, e trás pelo menos um dos moleques. No fds vem ele, minha cunhada e os outros filhos.

    Male male, é arroz quase todo dia. As vezes sobra 1 ou mesmo 2 pacotes, ai a gente compra menos pro mês seguinte. Mas sempre mantemos uma razão de 4 pacotes em estoque.

     Rules
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    Rlim escreveu:
    V-Brake escreveu:
    Rlim escreveu:
    rafa_alk3 escreveu: fui ao mercado na quarta feira
    arroz camil tipo 1 R$ 21,00. Tinha nego levando 3 pacotes LOL
    Mas 3 pacotes é algo comum ué.

    Quando eu vou fazer a compra do mês aqui de casa com meus pais nós sempre compramos 3 ou 4 pacotes de 5kg. Pra dar pro mês inteiro. Dado que a familia vem almoçar aqui com frequência.
    Deve almoçar bastante gente aí, se eu comprar 3 ou 4 pacotes de 5kg vai durar uma eternidade :queixo:
    Moro com meus pais. Mas meu irmão vem almoçar aqui praticamente todos os dias, e trás pelo menos um dos moleques. No fds vem ele, minha cunhada e os outros filhos.

    Male male, é arroz quase todo dia. As vezes sobra 1 ou mesmo 2 pacotes, ai a gente compra menos pro mês seguinte. Mas sempre mantemos uma razão de 4 pacotes em estoque.
    sua mae faz arroz nessas panelas aqui ne?

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     Rlim
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    Rules escreveu:
    Rlim escreveu:
    V-Brake escreveu:
    Rlim escreveu:
    rafa_alk3 escreveu: fui ao mercado na quarta feira
    arroz camil tipo 1 R$ 21,00. Tinha nego levando 3 pacotes LOL
    Mas 3 pacotes é algo comum ué.

    Quando eu vou fazer a compra do mês aqui de casa com meus pais nós sempre compramos 3 ou 4 pacotes de 5kg. Pra dar pro mês inteiro. Dado que a familia vem almoçar aqui com frequência.
    Deve almoçar bastante gente aí, se eu comprar 3 ou 4 pacotes de 5kg vai durar uma eternidade :queixo:
    Moro com meus pais. Mas meu irmão vem almoçar aqui praticamente todos os dias, e trás pelo menos um dos moleques. No fds vem ele, minha cunhada e os outros filhos.

    Male male, é arroz quase todo dia. As vezes sobra 1 ou mesmo 2 pacotes, ai a gente compra menos pro mês seguinte. Mas sempre mantemos uma razão de 4 pacotes em estoque.
    sua mae faz arroz nessas panelas aqui ne?

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     UltraRS
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    :lolsuper:

    gabrielbsb  isso

     itchy
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    Quem vem falar de sazonalidade de grãos tinha que tomar no cu. Porra, coisa que todo país faz é comprar e estocar na safra, pra jogar no mercado na entressafra. Parece que o governo não fez e não faz o básico.

    Na verdade, eu tenho até minhas dúvidas se o objetivo do Bolsonaro não é desmontar o país mesmo. É tanta merda feita por ele, que parece proposital.
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