O seu lugar para falar asneiras e discutir assuntos variados

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 .Kiko.
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    Pelo escreveu: Resumindo,o filme é uma merda :lolsuper:

    Vc não conhece esse post clássico do fórum lol? :lol:

     Pelo
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    .Kiko. escreveu:
    Pelo escreveu: Resumindo,o filme é uma merda :lolsuper:

    Vc não conhece esse post clássico do fórum lol? :lol:
    Relendo ele me lembrei dessa pérola, só não lembro quem escreveu :lol:

     c4rbs
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    .Kiko. escreveu:
    c4rbs escreveu: Finalmente assisti esta perola

    parece um taxi driver - cult e com furos simples

    Drive não é fetichista. A câmera neo-subjetiva está ali tão somente para filmar o Gosling e cia, mas tudo o que ela capta tem importância. Ela está interessada no material humano: é a mise-en-scene que brilha. Como disse antes Drive é um exercício de gênero. Um filme de ação onde não é negado a esse anti-heroi moderno e fatalista o espaço ficcional: se o driver está dirigindo nós estamos dentro do carro, porque a ação é antes de tudo humana; se ela percorre quase que em sua totalidade um Gosling quase intransponível é porque outra coisa está em jogo: o que dele não se deixa ler -atuação é um ato corporal.

    Cena essencial: o driver afasta a amada gentilmente, a beija e depois afunda o crânio do assassino com uma violência sem igual. A Mulligan sai do elevador horrorizada enquanto a porta se fecha. Ele sabia a todo momento que aquilo seria o adeus, mas o beijo só ocorreu pela sua forma prática. Essa é a sua natureza.

    A fotografia é excelente. Fílmica como deve ser (ao contrario dessas merdas que se formam na pós-produção). Mas não é a maior força do filme.

    Espero ter ajudado.
    Realmente a fotografia e visual são excelentes mas justamente essa cena que você citou essencial foi o que estragou o filme pra mim, se houvesse um corte justamente nessa parte o filme seria quase perfeito. Ele tem cenas boas, mas é só isso mesmo. Muitas pessoas podem ter engolido esse roteiro "seco" forçando algo sem sentido com um "anti-herói" mas não deu pra mim.

    -Os personagens são básicos
    -As falas são EXTREMAMENTE genéricas
    -As cenas de sangue são forçadas
    -"Eu Dirijo"
    -As cenas do Ryan Gosling fazendo algo "bom" tocando uma musica de fundo ("verdadeiro ser humano") são de sentimentalismo extremos, não é a toa que virou meme

    é um baby driver muito piorado e sem sal.

     .Kiko.
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    Ator de Hollywood é preso por golpe de R$ 1,2 bilhão em esquema de pirâmide

    https://revistamonet.globo.com/Noticias ... amide.html

    O ator Zachary J. Horwitz, mais conhecido por seu nome artístico de Zach Avery, foi preso na terça-feira em Los Angeles em conexão com um grande esquema Ponzi de Hollywood, que as autoridades federais alegam que enganou investidores em mais de US$ 227 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão), segundo relato do Los Angeles Times.

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    Nem conhecia esse cara.

     Excel Rose
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    .Kiko. escreveu:
    c4rbs escreveu: Finalmente assisti esta perola

    parece um taxi driver - cult e com furos simples

    Drive não é fetichista. A câmera neo-subjetiva está ali tão somente para filmar o Gosling e cia, mas tudo o que ela capta tem importância. Ela está interessada no material humano: é a mise-en-scene que brilha. Como disse antes Drive é um exercício de gênero. Um filme de ação onde não é negado a esse anti-heroi moderno e fatalista o espaço ficcional: se o driver está dirigindo nós estamos dentro do carro, porque a ação é antes de tudo humana; se ela percorre quase que em sua totalidade um Gosling quase intransponível é porque outra coisa está em jogo: o que dele não se deixa ler -atuação é um ato corporal.

    Cena essencial: o driver afasta a amada gentilmente, a beija e depois afunda o crânio do assassino com uma violência sem igual. A Mulligan sai do elevador horrorizada enquanto a porta se fecha. Ele sabia a todo momento que aquilo seria o adeus, mas o beijo só ocorreu pela sua forma prática. Essa é a sua natureza.

    A fotografia é excelente. Fílmica como deve ser (ao contrario dessas merdas que se formam na pós-produção). Mas não é a maior força do filme.

    Espero ter ajudado.
    Nao conhecia o meme. Quem foi o autor disso? :lol:

     Nitro
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    Excel Rose escreveu:
    .Kiko. escreveu:
    c4rbs escreveu: Finalmente assisti esta perola

    parece um taxi driver - cult e com furos simples

    Drive não é fetichista. A câmera neo-subjetiva está ali tão somente para filmar o Gosling e cia, mas tudo o que ela capta tem importância. Ela está interessada no material humano: é a mise-en-scene que brilha. Como disse antes Drive é um exercício de gênero. Um filme de ação onde não é negado a esse anti-heroi moderno e fatalista o espaço ficcional: se o driver está dirigindo nós estamos dentro do carro, porque a ação é antes de tudo humana; se ela percorre quase que em sua totalidade um Gosling quase intransponível é porque outra coisa está em jogo: o que dele não se deixa ler -atuação é um ato corporal.

    Cena essencial: o driver afasta a amada gentilmente, a beija e depois afunda o crânio do assassino com uma violência sem igual. A Mulligan sai do elevador horrorizada enquanto a porta se fecha. Ele sabia a todo momento que aquilo seria o adeus, mas o beijo só ocorreu pela sua forma prática. Essa é a sua natureza.

    A fotografia é excelente. Fílmica como deve ser (ao contrario dessas merdas que se formam na pós-produção). Mas não é a maior força do filme.

    Espero ter ajudado.
    Nao conhecia o meme. Quem foi o autor disso? :lol:
    @Narva Triin

     .Kiko.
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    Até o google homenageou os 109 anos que ele faria hoje, se estivesse vivo:


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    @Tigass é fã dele. ;)

    No twitter os cristãos ficaram putos pq o google não homenageou a Páscoa no domingo, mas homenagearam o Mazzaropi. :lol:

     Lakitus
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    Filme meio repetitivo.

     Tigass
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    .Kiko. escreveu: @Tigass é fã dele. ;)
    Maior gênio do cinema popular brasileiro, e fez filmes maravilhosos como "O Corintiano" e "O Vendedor de Linguiças". Eu moro numa das ruas que ele costumava filmar, inclusive.

    PS: na faculdade, enquanto filmava um curta, conheci um velho que comeu o cu dele

     Boris Balkan
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    Fanático invade teste de um jogo tentando matar sua desenvolvedora, que acaba fugindo com o Jude Law. Aí eles precisam entrar no jogo (um tipo de VR na Matrix) para salvar o jogo :o

    O plot sci fi absurdo para levantar questionamentos sobre fascínio com jogos e mundos virtuais e distanciamento da realidade. Aquele lance de não saber mais distinguir realidade do jogo, e o filme bate nisso até o final.
    Tem uns momentos interessantes, personagem do Jude Law dentro do jogo faz algo completamente fora da sua personalidade e ele mesmo fica surpreso, remetendo a ideia de sermos diferentes em ambientes virtuais.

     Boris Balkan
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    Mort (Wallace Shawn) é um professor de cinema/escritor com casamento ruindo que viaja para um festival de cinema somente para vigiar a esposa (Gina Gershon) que supostamente está tendo um caso com um diretor de cinema francês (Lois Garrel).

    É uma história que já vimos durante a filmografia do Allen: um casamento desabando, alguma crise existencial e frustações, que são contornadas, ou pelo menos atenuadas durante a jornada do filme. Esse caminho é pontuado com pequenas esquetes de clássicos do cinema adorados pelo Woody. A maioria desses filmes citados pelo próprio personagem durante a trama. Temos Persona, Breathless, Sétimo Selo, Anjo Exterminador... todos com os personagens do filme inseridos. Isso até me deixou com receio no começo, pensei que o filme pudesse se perder nisso, mas a coisa flui bem.

    Há também uma paixonite do personagem por uma médica, que mesmo não se tratando de uma relação possível (o próprio Mort ri da possibilidade remota dos dois se relacionarem), serve para amadurecer o protagonista.

    No fim é um filme sobre com uma sensação agridoce, a vida é uma merda mas precisamos preenchê-la com coisas que nos fazem felizes, um desenrolar que lembra Hannah e Suas Irmãs. As excessivas referências podem deixar o desavisado sem entender muita coisa, nesse aspecto não é um filme muito acessível.

    *algumas tiradinhas ácidas lembram o Allen das antigas
    *pequena mas excelente aparição do Waltz
    *QUE DIFERENÇA faz o elenco de atores, mesmo sendo série b esquecidos de Hollywood, nada pode ser pior do que figuras tipo Chalamet, Elle Fanning, Selena Gomez, Eisenberg, Kristen Stewart :lolsuper:
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