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 Piccolo_san
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    Mucamo escreveu:
    Piccolo_san escreveu: Entrei no twitter desse Nicolelis e ele também é Palmeirense. Por que todo Palmeirense velho são pau no cu?
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    Uma das maiores vergonhas junto com o 7 a 1. Copa para se esquecer.

     RreloadD
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    Texugo escreveu:
    Farofas escreveu:





    ImagemImagem
    Pau no cu desses empregados que votaram no borsa e agora vão para a rua. Que permaneçam um bom tempo na fila dos desempregados ou que arrumem um emprego bem inferior.

    É uma pena para empregados inteligentes que não votaram nesse lixo que tá aí.

    Enviado de meu XT1635-02 usando o Tapatalk

    esse combo de tweets e este post merecem um quadro

     PQD_Nascimento
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    Eu normalmente sou contra a privatização, mas como o governo Bolsonaro vem fazendo está excelente. Só se livrando de pesos mortos, como essa Embraer, que só traz prejuízos para o país. Finalmente jogamos fora esse lixo.

     Jordanes do Mar Jônico
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    único cluster industrial brasileiro nascido de iniciativa local, que desenvolveu são josé dos campos, distribuiu renda e formou uma penca de gente, mas não, era um peso morto :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
    Belic  isso

     kuka
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    2 de janeiro
    O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) deverá aprovar a joint venture entre a Embraer e a Boeing até o final do mês de janeiro.

    A fabricante norte-americana assumirá o negócio, que inclusive foi rebatizado como Boeing Brasil Commercial. A aprovação do CADE é necessária em todos os processos de fusão e joint venture, visto evitar uma concentração de mercado com a nova empresa. O acordo já foi aprovado pelos órgãos reguladores dos Estados Unidos e da China esperam a aprovação da Comissão Europeia, órgão que assim como o CADE, defende a livre concorrência na União Europeia.

    De acordo com a agência Bloomberg, a superintendência optará por uma aprovação sem restrições, já que durantes as avaliações o CADE não encontrou problemas com concorrência.

    No final de 2017, a Boeing anunciou o interesse em uma fusão da divisão comercial da Embraer com seus negócios, com objetivo de ampliar seu portfólio no segmento de aeronaves de corredor único.

    https://aeromagazine.uol.com.br/artigo/ ... _4858.html

    ----------

    Faltam apenas duas canetadas de orgãos reguladores para a embraer ceder suas linhas de produção com as plantas dos e-jets.

    Veremos se a Embraer vai voltar investir em aviões de grande porte na aviação comercial, isso se a Boeing não se interessar no ramo de aviões executivos e estender essa joint venture até essa linha.

    Anos e anos de pesquisa e investimento estatal vendidos por um pequeno fardo de bilhões para satisfazer os especuladores globais. Meus parabéns aos gestores da Embraer e aos que deixaram ela se vender por um preço tão barato.

     kuka
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    O CADE não pode mais autorizar uma Boeing em ruínas a absorver a EMBRAER, por Ion de Andrade.

    Na sequência da fusão entre a Airbus e a Bombardier, a Boeing propôs à EMBRAER a criação de uma nova empresa, a Boeing Brasil da qual 80% pertenceria à Boeing e 20% à EMBRAER tendo em vista um melhor posicionamento no mercado. A porção militar da EMBRAER ficou de fora da fusão por interferência da Aeronáutica, mas toda a parte da aviação civil, produtora de tecnologia, florão da indústria nacional, deveria ser englobada pelo então gigante americano Boeing.

    Essa EMBRAER, seria comprada pela bagatela de 4,2 bilhões de dólares. Esse montante corresponde atualmente a 1/5 do mínimo estimado em perdas pela Boeing decorrentes de encomendas que poderão ser canceladas de aviões 737 Max que talvez não venham mais a ter autorização para voar e se acumulam às centenas nos pátios da empresa nos Estados Unidos (400 aviões)…

    (...)

    A Boeing tem hoje em torno de 400 aviões 737 Max estocados em seus hangares e pátios, sem autorização para entregá-los. O valor de cada um deles gira entre 55 e 100 milhões de dólares, o que aponta para um prejuízo caso o modelo não seja mais autorizado a voar superior a 20 bilhões de dólares.

    O ano de 2019 foi o pior dos últimos 30 anos para a empresa e os cancelamentos de pedidos foram maiores do que as encomendas que bateram recorde negativo. Segundo a Bloomberg, a Boeing estaria atualmente negociando um empréstimo milionário em meio à crise com o 737 Max, o que obviamente sinaliza para riscos financeiros reais, caso os bancos não considerem seguro emprestar a uma empresa que talvez deva provar melhor a sua capacidade de se sustentar.

    Todas essas questões interferem diretamente no negócio, ocorreram posteriormente às tratativas com a EMBRAER, são supervenientes, e não podem, obviamente, deixar de ser consideradas na autorização da fusão das duas empresas pelo CADE sob pena de risco de grave lesão aos interesses brasileiros.

    O CADE simplesmente não pode mais, não tem mais direito de autorizar a fusão da EMBRAER com a Boeing porque as circunstâncias mudaram radicalmente!
    Trata-se da defesa do patrimônio nacional e de assegurar um lugar decente para o Brasil no contexto da produção de ciência e tecnologia aeroespacial.


    https://jornalggn.com.br/artigos/o-cade ... a-embraer/

     kuka
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    Cade nega novo recurso do MPF e mantém aprovação da operação Boeing/Embraer


    Superintendência do órgão entendeu que o negócio não apresentava riscos à concorrência no setor aéreo e aprovou a operação.

    Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou novo recurso do Ministério Público Federal (MPF), que pedia que o tribunal do órgão reavaliasse a aprovação da compra de parte da Embraer pela Boeing. Com isso, o aval do conselho para a operação está mantido.

    No caso Boeing/Embraer, a superintendência entendeu que o negócio não apresentava riscos à concorrência no setor aéreo e aprovou a operação.

    Nesta quarta-feira, um segundo recurso apresentado pelo MPF também foi negado. O entendimento dos conselheiros é que o novo recurso, um embargo de declaração, só poderia ser analisado pelo colegiado se houvesse vício de obscuridade, contradição ou omissão, o que não foi o caso, segundo o colegiado.

    fonte

     kuka
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    Os corporativistas do governo continuam tentando, de toda forma, vender a Embraer pra satisfazer o anseio dos especuladores globais e da bolha de crédito dos investidores. O dano a longo prazo será avassalador. :facepalm:

     leonardo3567
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    detalhe que a BA pediu bailout pro governo americano

     kuka
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    Acordo com Embraer continua estrategicamente importante, diz Boeing
    23/03

    O vice-presidente financeiro da Boeing (BA), Greg Smith, afirmou nesta terça-feira que a aquisição do controle da divisão comercial da fabricante brasileira de aviões Embraer (EMBR3) continua estrategicamente importante para a companhia norte-americana.

    Em entrevista à Reuters, o executivo também disse que a Boeing não está em discussões para levantar novas dívidas, conforme tenta conter as consequências da pandemia de coronavírus.

    fonte

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    Preparativos para se unir à Boeing levam Embraer a prejuízo de R$ 865,5 milhões

    Os preparativos para que a Embraer (EMBR3) se integre à Boeing fizeram com que a fabricante brasileira de aviões encerrasse o quarto trimestre com prejuízo líquido consolidado de R$ 865,5 milhões. No acumulado de 2019, as perdas chegaram a R$ 1,294 bilhão.

    A receita líquida do quarto trimestre cresceu 32,5% na comparação e somou R$ 8,585 bilhões, o que ajudou a melhorar o lucro bruto em 15,8%, para R$ 1,148 bilhão. Mas essa vantagem nas primeiras linhas do balanço foi anulada pelo aumento de despesas operacionais, principalmente, as relacionadas à fusão com a Boeing.

    O aumento de outras receitas (despesas) operacionais líquidas no 4T19 e em 2019 em relação aos seus respectivos períodos anteriores deve-se principalmente aos custos de separação relacionados à parceria estratégica entre a Embraer e a Boeing, acima mencionados, que foram de R$ 222,9 milhões no 4T19 e de R$ 485,5 milhões em 2019”, afirma a Embraer.

    Com isso, a empresa apresentou um prejuízo operacional de R$ 276,8 milhões no trimestre, ante lucro de R$ 14,5 milhões na comparação.

    A geração de caixa, medida pelo ebitda, ficou negativa em R$ 23,5 milhões no último quarto do ano. Em igual intervalo de 2018, havia sido positivo em R$ 264,6 milhões.

    fonte

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