O seu lugar para falar asneiras e discutir assuntos variados

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Você já foi infectado pelo Covid?

Sim
11
13%
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40
48%
Talvez
32
39%

 Burial
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    Dória vai brincar de pintar mapa novamente hoje.

    Ou mete a porra do lockdown de uns 15 dias de uma vez ou para com esse abre e fecha. Não tá adiantando nada esse plano São Paulo.
    Bisnaga  isso

     Jordanes do Mar Jônico
  •  15209 posts
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    Galt escreveu: https://ourworldindata.org/covid-vaccinations

    como Israel eh supremo
    desafio logístico, geográfico, e populacional bem menor, a população de israel é tipo2,8 Uruguais. mas ainda assim impressiona.
    esses falso semitas são fodas em planejamento.

    https://ourworldindata.org/coronavirus- ... erSort=asc


    se levar em conta ainda que os numeros da china certamente são falsos, deve ser mais impressionante ainda

     Mortal Kombat
  •  24086 posts
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    O Brasil quando tiver fabricando as vacinas em boas quantidades, com toda a estrutura que temos de atenção primária rapidamente consegue vacinar boa parte da população.

     Nitro
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    Covid-19: por que estudo que indica eficácia da ivermectina não é confiável.

    Um estudo publicado no periódico científico Research Square indica que a ivermectina, remédio geralmente usado no combate de piolhos, pode reduzir risco de morte em até 75% para pacientes infectados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

    A pesquisa, no entanto, tem problemas. "É tão mal feito que não dá para tirar qualquer conclusão, o que os próprios autores reconhecem no fim do artigo", aponta Marcio Sommer Bittencourt, cardiologista no Hospital Universitário da USP e editor do periódico científico Circulation: Cardiovascular Imaging.

    Como o estudo foi feito
    O estudo é uma meta-análise, o que significa que primeiro é feito a coleta de forma sistemática de todos os dados disponíveis — sem quaisquer filtros específicos. Depois, a equipe avalia a qualidade deles para checar se é suficientemente boa (seguindo os critérios científicos) e com dados homogêneos.

    Se a resposta for positiva, junta-se todas as pesquisas e os cientistas realizam uma análise para ver se os diferentes estudos — muitas vezes feitos em países variados e com pessoas de perfis distintos — são compatíveis (em questão de método de pesquisa) e se as conclusões de cada um concordam entre si. Se é o caso, a conclusão pode ser considerada robusta e indicar um caminho a seguir.

    "Esse novo estudo, no entanto, não seguiu todas essas etapas, e as que foram seguidas não foram feitas de forma correta", aponta Bittencourt. "Em uma explicação leiga, imagine que o estudo quer saber quantas frutas as pessoas comem por dia. Só que um analisa cerejas e indica que as pessoas comem 50 unidades, e outro analisa melancias, que diz que as pessoas comem um terço. Não são dados compatíveis e por isso as pesquisas não devem ser analisadas juntas", explica.

    Outro problema é que a maioria dos artigos escolhidos para a meta-análise não foram publicados e revisados por pares, o que garantiria a checagem da qualidade. "São dados que só os criadores desse estudo tem, então falta a avaliação de outros pesquisadores que não participaram da investigação, o que faz parte do protocolo de regras a serem seguidas", esclarece o médico.

    https://www.uol.com.br/vivabem/noticias ... fiavel.htm

     Explorador
  •  3015 posts
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    Uma empresa teve que anunciar que vai fazer vacina e exportar pro estado "descobrir" e agora querer correr atrás da vacina deles :lolsuper:

     Bliss
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    Nitro escreveu: Virei jacaré, galera. kkk
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    Invejei forte

    Parabéns amigo, você é um dos sensatos do foro

     Turin
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    Quem segura meu Brasilzão? :ohnoes:

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     frisson
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    tão deixando o brasil chegar

     Piccolo_san
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    Metta World Peace escreveu:Rio registra recusas da vacina contra Covid-19 entre profissionais de saúde

    Secretaria de Saúde ainda confirmou outros seis casos entre idosos em asilos; Cidade está em seu segundo dia de campanha de vacinação

    RIO - O segundo dia de campanha vacinação no Rio vem marcando registros emocionantes de idosos e profissionais de saúde sendo vacinados. Mas, houve também casos de recusa. Nesta quarta, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, afirmou que já foram registrados seis idosos em asilos, além de profissionais de saúde, sem especificar a quantidade, que recusaram a vacina contra a Covid-19.

    Numa entrevista pela manhã, o secretário havia confirmado a informação dos seis casos em asilos, mas esse número vem aumentando, apesar de ainda ser a minoria.

    — Agora temos negativas também de profissionais de saúde — afirmou Daniel Soranz, que não pôde dar mais detalhes, por questões de privacidade, mas confirmou que as recusas tiveram motivação "ideológica".

    Nesta primeira fase de vacinação, estão sendo contemplados 34% dos profissionais de saúde — uma estimativa da quantidade de trabalhadores na linha de combate contra a Covid-19 — idosos e pessoas com deficiência residentes de Instituições de Longa Permanência (ILPIs) e indígenas. Especula-se que uma das pessoas que recusou a vacina é um fisioterapeuta do Hospital Ronaldo Gazzolla.

    — A grande maioria das pessoas quer muito tomar a vacina, está muito emocionada com este momento de vacinação. Infelizmente, ainda há pessoas que têm resistência à vacina, e isso é muito ruim, porque elas colocam em risco as vidas delas e o coletivo — explicou Soranz, que fez um apelo contra o receio dos grupos prioritários.— Esta vacina é muito segura, sem nenhum efeito adverso grave documentado, todos os efeitos adversos foram muito leves nos estudos.

    Procurada, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que "está usando estratégia de convencimento, apresentando dados de segurança da vacina e pedindo a colaboração dos profissionais idosos que se recusaram a tomar a vacina". Sobre punições, a pasta respondeu que vai avaliar com o Ministério Público e com o Comitê de Especialistas para o Enfrentamento da Covid-19 (CEEC) quais as melhores medidas a serem adotadas em relação aos idosos abrigados que também não querem tomar a vacina contra a Covid-19.

    Discussão jurídica

    Ainda que raras, essas situações preocupam autoridades, até por conta das duvidas jurídicas sobre o tema. Especialistas destacaram que ainda não há normas e regulamentações específicas para esses casos. Apesar de obrigatória, a vacinação não pode ser compulsória. A recomendação, por enquanto, é para que se intensifiquem as campanhas de informação sobre a necessidade da vacina.

    Nesta terça, O GLOBO mostrou o primeiro caso relatado de recusa à vacina, no asilo Recreio dos Anciões, em que um casal de idosos afirmou que não desejaria ser vacinado. Sobre o tema, a advogada especializada em casas geriátricas Ariane Angioletti, assessora jurídica da Frente Nacional de Fortalecimento das ILPIs, explicou que a discussão jurídica é nova, mas seu posicionamento é de orientar asilos a rescindirem os contratos com esses idosos.

    — As vacinas do calendário nacional da vacinação são obrigatórias, mas a vacina contra Covid-19 ainda é uma excepcionalidade por enquanto. O que temos é uma decisão do STF que possibilita estados e municípios a tomarem medidas restritivas contra quem não aceitar a vacina. Na teoria, é obrigatória, mas não pode ser coercitiva. Então fica num limbo jurídico. Não temos penalidades definidas ainda — explicou Ariane, em entrevista nesta terça.

    No caso dos funcionários municipais, a aplicação de medidas administrativa pode ser mais fácil do que a idosos. Segundo Ariane, é provável que municípios abram processos disciplinares para apuração de conduta grave no seu exercício.

    O professor de direito administrativo da Uerj, Gustavo Binenbojm, diz que, agora, o mais importante é que municípios e estados decidam as punições, administrativas, já que o código penal é prerrogativa da União, que serão tomadas para esse tipo de caso. Neste primeiro momento, explica, era natural que se priorizasse a definição de chegada de vacinas e logística para que depois os governantes entrassem na discussão sobre punições.

    — O STF julgou que a vacinação deve ser obrigatória, mas que a pessoas pode se recusar a tomar, mediante punições jurídicas. O problema é que ainda não temos definidas as sanções administrativas, mas governos precisarão enfrentar essa questão. Muitos políticos temem a impopularidade desse tipo de medidas, então será decisão com cálculo político — afirma Binenbojm, que ainda comentou a gravidade da recusa no caso de profissional da saúde. — Eles estão em contato com outras pessoas o tempo todo, então podem contaminar mais gente. Por serem funcionários municipais, é mais fácil dar sanção administrativa.
    Aquele post da minha ex biologa divulgando fake News de vacina faz mais sentido vendo essa notícia.

    Ela é carioca.

    Enviado de meu Redmi Note 9S usando o Tapatalk

     Touro Mecânico
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