O seu lugar para falar asneiras e discutir assuntos variados

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 Bliss
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    Wukong, cê tá de sacanagem né

    Isso que tu escreveu no spoiler é facilmente resolvido e explicado no filme de forma convincente, aliás para uma releitura de origem até que foi uma ideia interessante, ousada.

    E é claro que o filme sem o Phoenix não seria tão bom, ele praticamente foi feito pensando nele. E os aspectos técnicos gerais são todos formidáveis, mesmo tendo um roteiro simples.

    Repito, é um milagre esse filme existir em 2019, Warner e o Philips tão de parabéns por fazer isso acontecer.

     .Kiko.
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    Bliss escreveu: Repito, é um milagre esse filme existir em 2019, Warner e o Philips tão de parabéns por fazer isso acontecer.

    Eles fizeram um filme da década de 70 em 2019.

    Deve ser o "blockbuster" mais europeu já feito por Hollywood nos últimos sei lá quantos anos.
    Rod, Bliss, X-MAN e 1 outros  isso

     Zeppelin
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    Bliss escreveu: Wukong, cê tá de sacanagem né

    Isso que tu escreveu no spoiler é facilmente resolvido e explicado no filme de forma convincente, aliás para uma releitura de origem até que foi uma ideia interessante, ousada.

    E é claro que o filme sem o Phoenix não seria tão bom, ele praticamente foi feito pensando nele. E os aspectos técnicos gerais são todos formidáveis, mesmo tendo um roteiro simples.

    Repito, é um milagre esse filme existir em 2019, Warner e o Philips tão de parabéns por fazer isso acontecer.
    Acho que você tá interpretando ele mal. Ele defende justamente uma visão mais objetiva do que o filme oferece. Ou seja, literalmente, Thomas Wayne não é pai do Joker. A releitura é ousada e traz reviravoltas interessantes, mas esse plot point é resolvido na cena do Arkham, para mim. Tentar ressuscitar isso em outros filmes vai deixar o enredo num nó muito novelesco e brega (o que seria o tópico das teorias, a qual ele se refere). Essa desculpa dos delírios do Joker pode virar um clichê nível 'ele estava sempre morto', não acho que quem está por trás desses novos filmes tem essa intenção. Isso pode levar todos os esforços colocados aqui para o lixo. Seria ressuscitar o pior de M. Night Shymalan.

     Prox
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    Bolatti Deusudo escreveu: Bem, acho que dá pra fechar o tópico até o post do Prox sobre o filme.

    To muito curioso sobre o que ele vai achar :chorar4:
    Assisti ontem o filme. Eu gostei dele, achei o filme bom, inventivo, ousado, inovador... mas acho que no geral ele é superestimado por parte do público quando falam que o filme é muito bom nos aspectos técnicos (não vejo pontos negativos, mas não vejo nada que seja excelente e que deva ser destacado como algo inovador). Eu particularmente não gostei de parte da trilha sonora dos momentos de solidão dele, a música que era incluída nesses momentos não tinha harmonia com aquela situação. Por outro lado a trilha sonora foi bem executada em diversos momentos (quando ele vai ao programa, na perseguição, nos diálogos com a mãe dele).

    Pelo que eu entendi, a proposta do filme do Todd Phillips foi de usar a linguagem cinematográfica para criar uma interpretação das razões que criaram o Arthur Fleck como um psicopata, não como vilão. Por isso acho injusto comentários da natureza que o filme não mostra a versatilidade e a inteligência que marca o Joker como um dos principais vilões da cultura popular, o filme não tem a obrigação de fazer isso. O objetivo dele enquanto tema é mostrar como a combinação de distúrbios psicológicos, transtornos mentais e impactos sociais (dai entra a questão da subjetividade, se alguma alucinação agravou a forma como ele interpretou as questões ao seu redor) levaram a consolidar toda a psicopatia e esquizofrenia presente na personalidade do Joker. Outra coisa que o filme mostrou bem é a questão do ego, a necessidade de auto-afirmação e de ser reconhecido a qualquer custo, ele se sentiu desprezado a vida inteira por ser um outsider nos seus lugares, este é outro ponto que marcou a personalidade dele enquanto vilão. Uma continuação cairia bem para fechar perfeitamente essa questão, como o Joker se tornaria o principal vilão de Gotham City criando uma rede de contatos e criando situações complexas que demandam um alto nível de inteligência.

    Infelizmente eu cochilei numa parte do filme, perdi cerca de 2 a 3 minutos, foi exatamente na cena que ele visita o filho do Thomas Wayne no portão da mansão, perdi completamente essa parte, trabalhei o dia inteiro e tava meio cansado.

    Eu concordo com o que o Gabriel Diniz citou num post dele sobre que os filmes baseados em HQ nunca mais serão os mesmos, o filme estabeleceu novos padrões para o público mais seleto, aquele público que se propõe a discutir a proposta de um filme independente do entretenimento que ele oferece ao público. Quando eu destaco público seleto, cito por exemplo quem comenta no tópico da Marvel, da DC e Cinema no geral, público que se propõe a fazer um debate sobre os aspectos técnicos e artísticos de um filme, não cobro nada do público convencional que gosta incondicionalmente de todos os filmes de heróis que são lançados no cinema. O maior problema dessa questão é que normalmente os filmes de super-heróis ou vilões não focam necessariamente neles. Filme do Iron Man ou do Spider Man não apresentam uma história ou não usam adequadamente a linguagem cinematográfica para mostrar ao público como a personalidade altruísta do personagem foi criada. Normalmente eles apresentam algum tipo de situação de forma superficial que demanda a ação do herói para resolve-la através do uso de suas habilidades e super-poderes. Se o Matt Reeves tiver a mesma proposta de humanizar o personagem do Batman/Bruce Wayne, esse filme com o Robert Pattinson poderá ser um grande filme também.
    DAC, Alric  isso

     Prox
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    Sobre um possível director's cut.
    Acho pertinente para entender melhor a razão que fez com que ele assassinasse o Randall (interpretado pelo Glenn Fleshler, psicopata da 1ª temporada de True Detective). Tem umas imagens que o Kiko postou de uma cena de interação entre os 2 na rua. O Arthur Fleck estava muito descontente com o Randall por duas coisas, uma por saber que o Randall falou pro chefe dele que ele quis comprar uma arma dele, sendo que o filme mostra o que o Randall deu a arma (pode ter subjetividade isso) e outra quando eles discutiram antes do Arthur Fleck pegar as coisas dele pra ir embora do trabalho. Foi pouco para justificar uma tendência homicida naquele momento... e não senti desdem do Randall em aparecer para consolar o Arthur Fleck após a morte da mãe dele.

     Prox
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    Bolatti Deusudo escreveu:
    Prox escreveu: Sobre um possível director's cut.
    Acho pertinente para entender melhor a razão que fez com que ele assassinasse o Randall (interpretado pelo Glenn Fleshler, psicopata da 1ª temporada de True Detective). Tem umas imagens que o Kiko postou de uma cena de interação entre os 2 na rua. O Arthur Fleck estava muito descontente com o Randall por duas coisas, uma por saber que o Randall falou pro chefe dele que ele quis comprar uma arma dele, sendo que o filme mostra o que o Randall deu a arma (pode ter subjetividade isso) e outra quando eles discutiram antes do Arthur Fleck pegar as coisas dele pra ir embora do trabalho. Foi pouco para justificar uma tendência homicida naquele momento... e não senti desdem do Randall em aparecer para consolar o Arthur Fleck após a morte da mãe dele.
    Eu realmente entendi que cara nunca deu a arma pro Artur. Parece alucinação dele que provavelmente roubou de alguém. Seria estranho alguém que queria foder Artur ir de boas conversar com ele depois.

    E o que achou da discussão de Joker matou ou não a guria e o menino? Acho que o som de ambulância totalmente sem propósito se ele não mata ambos. Além de justificar a visita do outro dia dos detetives (aparentemente eles já tavam focando em outros suspeitos, mas um duplo homicídio lá poderia motivar a ida deles de novo)
    Por isso que eu coloquei entre parenteses a questão da subjetividade, o filme mostra aquela situação de forma explicita, mas eu tenho um entendimento de que ele possa ter obtido aquela arma de outra forma, furtando é a mais evidente. Por isso que eu acho que um director's cut poderia trazer mais uma situação que evidenciasse uma insatisfação ou ódio com o Randall, porque a morte dele no filme tem sentido, ele mata o Randall por puro ressentimento, mas as razões apresentadas são insuficientes mesmos que vistas de forma subjetiva.

    Você tá falando da mulher e da filha dela? Ele matou sim, ali o corte diz mais do que se a cena fosse mais explícita :lol: Eu tinha escrito um textão aqui sobre o filme e acabei apagando sem querer quando fui terminar algo do trabalho, mas um dos pontos que eu tinha destacado no textão era justamente a criação da fantasia dele com a vizinha e a sua filha. Quando ele beijou ela, já ficou claro que aquilo era uma grande fantasia, mas o comportamento dela no elevador (ter notado e interagido com ele) foi algo bem escrito. Eu não concordo com quem fala que o roteiro é ruim por causa de situações como essa, todas as cenas são bem trabalhadas e executadas a partir de um bom trabalho de referência, descrição de ações, de personalidade, de ambientes, foram muito competentes na execução dessas partes.

     Prox
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    Bolatti Deusudo escreveu:
    Prox escreveu:
    Bolatti Deusudo escreveu:
    Prox escreveu: Sobre um possível director's cut.
    Acho pertinente para entender melhor a razão que fez com que ele assassinasse o Randall (interpretado pelo Glenn Fleshler, psicopata da 1ª temporada de True Detective). Tem umas imagens que o Kiko postou de uma cena de interação entre os 2 na rua. O Arthur Fleck estava muito descontente com o Randall por duas coisas, uma por saber que o Randall falou pro chefe dele que ele quis comprar uma arma dele, sendo que o filme mostra o que o Randall deu a arma (pode ter subjetividade isso) e outra quando eles discutiram antes do Arthur Fleck pegar as coisas dele pra ir embora do trabalho. Foi pouco para justificar uma tendência homicida naquele momento... e não senti desdem do Randall em aparecer para consolar o Arthur Fleck após a morte da mãe dele.
    Eu realmente entendi que cara nunca deu a arma pro Artur. Parece alucinação dele que provavelmente roubou de alguém. Seria estranho alguém que queria foder Artur ir de boas conversar com ele depois.

    E o que achou da discussão de Joker matou ou não a guria e o menino? Acho que o som de ambulância totalmente sem propósito se ele não mata ambos. Além de justificar a visita do outro dia dos detetives (aparentemente eles já tavam focando em outros suspeitos, mas um duplo homicídio lá poderia motivar a ida deles de novo)
    Por isso que eu coloquei entre parenteses a questão da subjetividade, o filme mostra aquela situação de forma explicita, mas eu tenho um entendimento de que ele possa ter obtido aquela arma de outra forma, furtando é a mais evidente. Por isso que eu acho que um director's cut poderia trazer mais uma situação que evidenciasse uma insatisfação ou ódio com o Randall, porque a morte dele no filme tem sentido, ele mata o Randall por puro ressentimento, mas as razões apresentadas são insuficientes mesmos que vistas de forma subjetiva.

    Você tá falando da mulher e da filha dela? Ele matou sim, ali o corte diz mais do que se a cena fosse mais explícita :lol: Eu tinha escrito um textão aqui sobre o filme e acabei apagando sem querer quando fui terminar algo do trabalho, mas um dos pontos que eu tinha destacado no textão era justamente a criação da fantasia dele com a vizinha e a sua filha. Quando ele beijou ela, já ficou claro que aquilo era uma grande fantasia, mas o comportamento dela no elevador (ter notado e interagido com ele) foi algo bem escrito. Eu não concordo com quem fala que o roteiro é ruim por causa de situações como essa, todas as cenas são bem trabalhadas e executadas a partir de um bom trabalho de referência, descrição de ações, de personalidade, de ambientes, foram muito competentes na execução dessas partes.
    Isso não seria direção? Capacidade de montar os elementos do roteiro de uma forma sútil? Mas bem, minhas críticas do roteiro são mais especificamente as linhas escritas de diálogos. Achei um nível abaixo do filme no geral. Por exemplo, a cena da entrevista final é elevada por tudo, menos pelo o que Joker fala (que poderia ser texto escrito por alguém de um DCE).

    Mas também por muito dos méritos dele ter me parecido mais direção.

    E concordo contigo sobre ser claro pela estrutura de tudo que ele matou ambos, mas vi muita gente questionando. Muita gente mesmo.
    Direção é na execução e condução desses momentos. Joaquin Phoenix é talentoso mas não brilha sozinho, Todd Phillips deu confiança para que ele fizesse um bom trabalho na execução da história que ele co-escreveu. O que não falta no mercado são diretores conceituados que queimam o trabalho de bons atores. Você já ouviu falar de um Terrence Mallick queridinho do user @.Kiko.? Esse é um deles, um cara que quer se aparecer mais do que atriz/ator

    E eu falei que não concordo com quem disse que o roteiro é ruim, não falei que ele era bom/excelente. Acho o material de qualidade razoável e que tem coisas que estão bem construídas. Daqui umas semanas os .pdfs dos principais filmes que concorrem ao Oscar serão divulgados, dai a gente faz uma leitura prévia sobre isso, gosto de ler algumas páginas, principalmente de cenas que eu gostei.

     Prox
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    leonardo3567 escreveu: boa analise @Prox
    Não fiz análise não, só fiz uns breves comentários sobre algumas coisas do filme. Eu tinha escrito um texto que ficou maior que esse que eu escrevi, o dobro quase... mas meu patrão chegou pedindo umas coisas aqui, dai eu fechei o navegador e não salvei o rascunho :lol:

    Comentário aleatório, Refrigerante>>>>>>>>>>>Vida. Tenho o costume de assistir tomando uma coca-cola e tal, faz 2 meses que eu não to tomando refrigerante, não tinha cafeina/açucar pra combater os efeitos do cansaço, essa pescada me custou 3 minutos do filme (cena de uma luta no elevador e do Arthur Fleck visitando a mansão dos Wayne).

     Whatever
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    Isso que o @Prox falou tinha passado despercebido por mim :lol:
    Quando mostra no filme que o Arthur inventa situações na cabeça dele, já tinha esquecido da situação da arma, de que o Randall fala que não dá a arma a ele. Provavelmente foi um delírio mesmo.

    Agora sobre o Arthur ter razão ou motivação suficiente pra matar, acho que naquela altura já não precisa mais disso. Coringa provavelmente matou a vizinha que não fez mal algum a ele por exeplo, imagina o Randall que já não gostava e estava achando que vinha tentando passar ele pra trás? Naquela altura a razão já foi. Não é mais procurar a motivação dele para matar... Dali em diante é procurar a motivação para deixar vivo. E pelo andar da carruagem, se ele quiser mesmo, a cabeça dele cria delírios para ter motivação.

    Agora continuo querendo discutir sobre o desenvolvimento do personagem. Eu acredito que o Arthur já era o Coringa desde o início e a máscara vai caindo. As situações que vão acontecendo vão liberando suas limitações pouco a pouco. Eu não comprei a ideia de que a sociedade transformou ele no coringa. Ajudou a liberar sua verdadeira persona, mas já era aquilo desde o início.

    Continuo não aceitando que o Arthur não demonstra a experteza do Coringa que conhecemos em nenhum momento. Mesmo sendo uma interpretação mais psicologica.
    Prox, Bliss  isso

     .Kiko.
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    Prox escreveu: Infelizmente eu cochilei numa parte do filme, perdi cerca de 2 a 3 minutos, foi exatamente na cena que ele visita o filho do Thomas Wayne no portão da mansão, perdi completamente essa parte, trabalhei o dia inteiro e tava meio cansado.

    Tem parte dessa cena em um dos trailers.

    Que eu me lembre, ocorre isso:
    Ele chega na porta da mansão Wayne e faz um truque de mágica para o Bruce, depois o Alfred chega e fala pra ele se afastar. Aí o Arthur fala que ele é filho da Penny que tinha trabalhado ali, Alfred faz cara de espanto, aí o Arthur diz tbm que é filho do Thomas, então o Alfred ri e diz que aquilo é mentira e que a mãe dele é louca e nunca teve um caso com o Thomas.

    Arthur inicia um pequeno confronto físico com o Alfred, mas depois sai correndo pra longe da mansão.

     Rod
  •  26165 posts
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    Alguams das coisas que foram cortadas

    Roteiro e trailers
    - A cena dele sendo expulso mesmo e no meio da multidao no hall

    - O funeral da mae dele, onde seomente o Athur apareceria. Logo depois seria interrogado pelos policiais na saida

    - O gato que vivia com eles. Ele expulsaria o gato de casa em um certo ponto, e durante a saida pela janela, daria para perceber que nao tinha reflexo no vidro. Ou seja, outro indicativo da loucura dele

     Bliss
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    Eu vi uma imagem mais cedo no Twitter e fiquei espantando como ninguém praticamente percebeu isso
    A mulher que foi assediada pelos executivos que o Coringa matou no metrô é a mesma que aparece mascarada no taxi olhando pra ele :ohnoes:
    X-MAN  isso

     Bliss
  •  30445 posts
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    Eu adorei a trilha sonora, achei que encaixou perfeitamente, como se as notas fora de tom e desafinadas junto a arranjos pouco harmônicos fosse um reflexo da mente perturbada do Arthur e de como ele enxergava o mundo sob uma perspectiva distorcida.

    E a escolha das músicas de outros artistas foi ótima também, arrepiei quando tocou White Room :chorar4:

     Wukong SSJ
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    No geral, Joker entrou para meu top 10 de filmes com gênero de super herói.

    1. Guerra Infinita
    2. Dark Knight
    3. Logan
    4. Capitão 2: Soldado Invernal
    5. Ultimato
    6. Spider Man 2 Clássico
    7. Aranhaverso
    8. Iron Man 1
    9. Joker
    10. Guardiões da Galáxia 1

    Acredito que uma continuação, mostrando o Coringa entrando no mundo do crime poderia ser um filme melhor com esse Coringa "final" que foi mostrado na reta final do filme, mas acho difícil o Joaquin Phoenix aceitar repetir o papel.

     dipsy
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    O coringa de Joaquim Phoenix seria inspirado no usuário Ghaleston?
    :lolsuper:
    X-MAN  isso

     Lakitus
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    Dantas, X-MAN  isso

     Dantas
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    dipsy escreveu: O coringa de Joaquim Phoenix seria inspirado no usuário Ghaleston?
    :lolsuper:
    respeita o gayleston fela da pota
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